Parceiros Parede Branca 2017

O Parede Branca vai ganhar 10 novos parceiros este ano. E você pode ser um deles! Como? Este post vai explicar.

1 Seguir/Curtir o Parede Branca e a Marina (eu rs) nas redes sociais

Instagram: @aparedebrancadomeuquarto
Facebook: Marina Oliveira
Twitter: @marinescritora
Este blog!!!

Opcionais: Instagram pessoal (@marinoli22) e Canal do YouTube 1 e 2

2 Preencher o formulário

Sim! Isso vai facilitar muito na hora da escolha.

Formulário Parceiros Parede Branca 2017

3 Postar uma foto da sua Parede! *OPCIONAL

Seguindo o modelo de parcerias do ano passado, poste uma foto do seu quarto, do seu cantinho de leitura ou do lugar preferido da casa. Na  descrição, pode escrever o que quiser + as hashtags #aminhaparede e #parceirosparedebranca2017. Vou replicá-las no IG e, talvez, o número de curtidas ajude no processo. #ficadica

Olá, 2017!

Seja mais do que bem-vindo! 2016 foi um ano bom para mim? Sem dúvida. Fiz a cirurgia ortognática, consegui me recuperar muito bem, estive com amigos maravilhosos, viajei e ganhei experiências incríveis na área de trabalho. Porém, para o mundo e para o Brasil, no geral, tudo foi bem turbulento. Espero que 2017 a minha vida continue em harmonia, mas peço o mesmo para o meu país e o dos outros.

anc-galo

E assim, no dia 28 de janeiro, entramos no ano do Galo de fogo. “O galo é do elemento metal, o que pode gerar alguns conflitos. Ainda assim, o momento é propício para ações que beneficiam o coletivo, e não individual. Quem seguir esse fluxo pode se dar muito bem.” Ou seja, o enfoque realmente vai ser o equilíbrio da sociedade. Apoio. Ainda assim, é melhor pensarmos um pouco mais antes de nos expressarmos em 2017. O mesmo vale para tomadas de decisões e gastos. A energia Yang vai nos deixar um tanto agressivos, mas também promete boas novas para área amorosa e para a do trabalho. Mais informações, sugiro consultar este link.

E o que o ano do Galo promete para os nativos de Serpente? Sucesso! Sendo autêntica e escutando a minha intuição, minha vida será tranquila e me trará boas oportunidades. QUERO. Vi aqui.

Saindo do Oriente, falemos agora do horóscopo tradicional. Primeiramente preciso  ressaltar uma descoberta que mudou (tá, nem tanto) a minha vida: meu ascendente não é Capricórnio, é Sagitário! Fiz umas consultas astrológicas bem legais com a arquiteta da família (e que, inclusive, reformou meu quarto) e constatamos o erro ocasionado pelo bendito horário de verão. O que isso significa? Só que o meu senso de responsabilidade e meu jeitinho seco vem da lua em Virgem, não da ascendência.

Após consultar vários sites, as conclusões para Sagitário em 2017 são as seguintes: o trabalho requer comprometimento e seriedade, pois no final do ano finalmente ganharei uma certa estabilidade, apesar de já estar colhendo o que plantei. Uma dica legal é a de me ater aos detalhes que, com frequência, deixo passar. Isso é bem verdade. Destaca-se também o amor… vou esperar sentada.

Hora das metas de ano novo!

  • Continuar com a média de 60 livros lidos por ano;
  • Ler mais clássicos;
  • Terminar de escrever o meu segundo livro (e postar o andamento aqui);
  • Trabalhar com leitura crítica;
  • Ser uma ótima profissional da Tagore/Trampolim Editora 🙂 ;
  • Começar aula de canto (pendente do ano passado);
  • Viajar bastante com/para visitar amigos;
  • Fazer uma tatuagem nova!

Para terminar, vou repetir o que disse no ano passado: gostaria de deixar claro que adoro horóscopos sim. Porém, tenho a consciência de quem faz o meu caminho sou eu, apenas eu. Por isso, adoro um lema de um conhecido. Toda segunda-feira ele posta no Facebook que “hoje começa a melhor semana de nossas vidas”. Adivinhem o que eu pensei às 00:01 do dia primeiro de janeiro?

“Hoje começa o melhor ano da minha vida.”

 

 

VERSIONANDO: TT

“I’m like TT, just like TT”

Olá! Hoje trago a última versão do ano. Admito que 2016 foi bem parado, mas não custa lembrar que estava me recuperando da cirurgia ortognática, né?

Chega de enrolação.

Antes de tudo, preciso esclarecer o que é TT. Então, é um emoticon de alguém chorando! Aqui no Brasil, antes dos emojis, usávamos o T_T. Lembram? Pois é. E o que esperar de uma música que leva o nome de um emoticon de choro? Choro, né?

Basicamente é a história de um amor platônico, não correspondido. A ideia era realmente falar do ponto de vista de uma menina sonhadora e super apaixonada. Como me diverti bastante com a adaptação!

ORIGINAL

Estou com dois pensamentos, em uma situação embaraçosa
Eu só olho e digo ba-ba-ba-baby
Sem notar, todos os dias eu só imagino
Eu chamando seu nome, baby
Mas a gente ainda nem se conhece

VERSÃO

Em que situação fiquei, outra vez eu congelei
Se te olho, fico ba-ba-ba-baby
De imediato, sonho com os nossos filhos, baby
Resta saber seu sobrenome!

Quem nunca escreveu “Sra. (insira o nome do crush juvenil aqui)” no caderno que atire a primeira pedra!

ORIGINAL

Você diz que eu sou ridícula
Que eu só vivo pela aparência
Isso não me anima ba-ba-ba-baby
Eu estou ficando louca
Em toda essa confusão
Porque eu sinto fome?
Eu como todos os dias e eu ainda sinto fome

VERSÃO

Finalmente você me vê
E seu interesse, cadê?
Isso é tão frustrante, ba-ba-ba-baby
Enlouquecendo de ansiedade
É tão confuso, baby
Daí só como chocolate!

Neste caso, não gostei nada do texto original. Como assim o crush me chamar de ridícula? NUNCA. Por isso resolvi ser mais livre. Ele não está interessado, acontece. Quanto a segunda parte, em vez de me enfocar na fome, falei de ansiedade e chocolate. Muito mais brasileiro. Concordam?

Por fim, gostaria de ressaltar a parte do refrão entre os TTs.

ORIGINAL

I’m like TT, just like TT
Você não sabe dos meus sentimentos
Você é tão cruel, tão cruel

VERSÃO

I’m like TT, just like TT
Eu assim menos você
Nada a ver, nada a ver

No meu mundo ideal, a adaptação seria A FRAÇÃO EU – VOCÊ = NADA A VER. Ficaria tão legal… Mas não encaixava na melodia. Parti para o sacrifício.

E aí? Gostaram? Eu ADOREI. 😀

Adole-essência: gente que não muda

A vida é engraçada. Fui ao aniversário de uma das minhas amigas mais queridas dos tempos de escola. Depois do Ensino Médio, nossos caminhos meio que se separaram. E agora ela vai se mudar para Moscou.

Tá, qual é a graça?

Não é bem a graça em si, mas a acho incrível o quanto a nossa relação nunca mudou. A gente se encontra e parece que entramos numa dimensão paralela onde o presente e o passado se misturam. Veja bem, a Thalita tem uma família, quatro filhos lindos e várias redes sociais para comandar. Eu, bom, vocês me conhecem. Juntas, somos a emozinha e a otakinha de anos atrás, com a consciência do agora. Bem louco.

Daí estávamos relembrando histórias da adolescência. Chegamos a conclusão de que temos um acervo de momentos incríveis. Não são viagens sensacionais, festas bombásticas ou rolos emocionantes. Nos divertíamos muito e, juro, nunca usamos nenhum tipo de droga.

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Rodrigo e Thalita vão me matar

Carta de amor

Resolvemos criar um e-mail fake para mandar mensagens de amor para o Rodrigo. A assinatura era “Mariposa Apaixonada”. Ele descobriu, ficou com raiva e dei um tapa na cara dele no meio do shopping. Até hoje não entendo o porquê disso. Vim compartilhar alguns com vocês:

A*Teens

Eu, Thalita, Marré e Priscila adorávamos o grupo inspirado no Abba. Quando íamos para o boliche, ficávamos dançando na frente do telão quando os clipes passavam. Coisas Pop stars!

Clipe da Britney Spears

Por alguma razão, eu e Priscila achávamos que o prédio da Procuradoria Geral da República seria um ótimo local para gravar um clipe para MTV. Lombra.

Filme de artes

O roteiro original era da Maria Eugênia. Um alienígena rockstar que tinha uma bolsa no lugar do nariz. Claro que não foi possível reproduzir tamanha ideia. Na verdade, nem lembro o resto. O making off, porém, tem cenas incríveis de risadas, o ator principal no telhado e gente babando.

Incêndio

Liguei para Thalita, Marré atende. “Daqui a pouco a gente te liga porque botamos fogo na parede”, ela disse. Soube mais tarde que elas estavam fazendo uma simpatia de Revista Witch de dia Dia dos Namorados. Um perfuminho na vela não faria mal, né? A parede que o diga.

Patinete

Enquanto a Thalita conversa com um amigo, tive a brilhante ideia de andar de patinete na rua esburacada. Eis que ela escuta um baque e me encontra jogada no chão com a minha blusa de coração. Detalhe que ela estava dizendo que eu não seria “tonta o suficiente para cair.”

Fumo

Outro trabalho de artes: uma instalação de favela. Alguém levou orégano e a galera resolveu tentar fumar de fato. Cheiro de pizza no ar.

Mais um filme, dessa vez de biologia. História de uma menina que fica grávida, enquanto estava perdida nas drogas. Inalei polvilho para deixar tudo mais verdadeiro. Foi bem ruim.

Drogas

Kodama, Sakura Card Captors, Simple Plan e vídeos do Guilherme Zaiden.

FOTOLOG

Não, não vou fazer isso com os meus amigos! HAHAHAH! Já teve muita exposição para um dia.

O tempo passou, ainda somos os mesmos. Anunciaram um show do Evanescence para 2017. Os amigos ficaram mó empolgados. Dependendo do preço, até animo de ir para curtir a fase emo (que nunca tive, mas que vi meus amigos passarem por). Enquanto isso, na semana que vem, vamos ao boliche. Provavelmente novas memórias vão surgir. Certeza que a diversão é mais que garantida.

Leitura Compartilhada no Ponto Para Ler

“Olá, meu bom leitor”,

Venho aqui deixar os dois vídeos que o canal Ponto Para Ler fez do Parede Branca. A proposta é que as pessoas leiam e depois assistam, mas você tem direito de fazer o que bem quiser (se não se importar com spoilers nível médio).

 

Eu sou muito fã do Ponto, então fiquei felicíssima ao ver o Parede Branca por lá. A ideia do Leitura Compartilhada é super bacana, um pouco diferente do formato “normal de leitura conjunta” do Booktube. Aliás, o canal todo é fora da caixinha e mesmo que, às vezes, os livros comentados não façam o meu estilo, adoro conhecer coisas novas. Principalmente no ramo da Literatura, né?

Ah! Tem resenha escrita também! Não deixem de conferir. 😉

Review: 3%

Olá, queridos leitores!

O Marinescritora não é um blog apenas sobre literatura; é, acima de tudo, sobre a arte de contar histórias. Por isso que não podia deixar de comentar a primeira série 100% brasileira da Netflix, a 3% (sacaram o trocadilho?).

Ah! Vai ter spoiler.

Eu assisti ao piloto no youtube, quando foi lançado lá em… 2011? Não lembro. Achei a ideia super bacana e fiquei na torcida de um financiamento na época. Alguns anos depois, ela chegou. E espero que seja para ficar.

Tirado da Wikipédia, aí vai um resumo do enredo:

222495A série “3%” mostra um mundo pós-apocalíptico, depois de diversas crises que deixaram o planeta devastado. Num lugar não especificado do Brasil, a maior parte da população sobrevivente mora no Continente, um lugar miserável, decadente, onde falta tudo: água, comida, energia e outros recursos.

Aos 20 anos de idade, todo cidadão tem direito de participar do Processo, uma seleção que oferece a única chance de passar para o Mar Alto, onde tudo é abundante e há oportunidades de uma vida digna. Mas somente 3% dos candidatos são aprovados no Processo, que testa os limites dos participantes em provas físicas e psicológicas e os coloca diante de dilemas morais.

Já tem alguns anos que estamos saturados de distopias. Não me levem a mal, eu gosto bastante. Mas é impossível evitar comparações após já ter lido e assistido a tantas. Em 3%, há muito da série “Divergente” da Veronica Roth com doses homeopáticas do clássico “Admirável Mundo Novo” de Aldous Huxley. Isso acaba causando uma sensação de déjà vu contínua que só vai se dissipando a partir do quinto episódio, quando entramos na história do mandante do Processo, Ezequiel – um ótimo personagem, por sinal. Mas vamos voltar ao início.

O primeiro contato com a série é bacana. Gostei das cores dos ambientes, os efeitos especiais são decentes e a apresentação do contexto e dos personagens é interessante. Pontos negativos de cara: as roupas, que são muito artificiais e toscas, e a representação do Continente, mais artificial ainda. Afinal, 97% da população mora lá e as ruas sempre parecem vazias. Estranho.

Daí somos apresentados aos que parecem ser os protagonistas – Michele, Rafael, Fernando, Joana e Marco. Cada um tem seu passado misterioso, dilema e personalidade bem definidos. Particularmente, gostei bastante do desenvolvimento de todos. Apesar de os diálogos serem um tanto fracos, não temos flashbacks enormes e os dramas são rápidos, mas relevantes. O destaque, para mim, foi Rafael (ele me lembrou o Daniel Radcliffe algumas vezes). O arco de lobo solitário e raivoso toma o rumo da consciência. No final, ele se tornou o meu favorito.Curti também a Joana, que tem uma jornada parecida com a do Rafael, mas de um jeito bem mais BADASS! Michele é OK. Fernando foi perdendo a minha simpatia pela forma de menino apaixonado que ele ganhou. Marco… acabou que ele protagonizou o episódio mais legal, na minha opinião.

Quarto capítulo. Nome: Portão. Presos no alojamento sem água e comida, os candidatos do Processo acabam se dividindo em um grupo de opressores e oprimidos. Foi como assistir Das Experiment de novo! O perfeitinho Marco se transformou num tirano e as atuações (que oscilaram bastante ao longo dos episódios) arrasaram.

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Também gostei deveras do fechamento da série, apesar de ficar me questionando como nenhuma câmera não pegou o desespero da Michele depois de envenenar sem querer o outro fiscal lá. Nenhuma revelação foi chocante a nível Black Mirror, mas ainda assim  entretêm. Ezequiel já foi integrante da Causa, o irmão da Michelle tá vivão no Mar Alto, Joana e Fernando são eliminados e Rafael aceita a esterilização da vacina. Se a série não ganhar uma nova temporada, é um desfecho aberto, mas nem tanto, no nível Admirável Mundo Novo mesmo.

Vi numa entrevista do Omelete que esta temporada tem enfoque no Processo, então nem reclamo da falta de informações do universo criado pelo Pedro Aguilera. É uma parte de um grande retrato, espero. Porque as questões sociais discutidas ficaram apenas na meritocracia. É válido, claro! Só esperava mais, já que a acessibilidade foi relativamente fácil para o Fernando.

No geral, achei a série boa. Talvez por ainda levar em consideração a minha felicidade por ver uma ficção científica nacional, dei 4/5 na avaliação da Netflix (mas o certo seria uns 3,7). Sei que há alguns buracos no roteiro, os momentos românticos dão um pouco de vergonha alheia e que, de novo, as roupas são toscas. Porém a história prende e os personagens são legais, realmente me importei com cada um deles (até os que claramente seriam eliminados).

Recomendo!

Versionando: Why So Lonely

Acho que já deu pra perceber que sou fã das WG e tiete da JYPE, né? Então foi difícil não me encantar com a batida melódica e gostosa de Why So Lonely. Como título já infere, temos aqui uma canção de amor não correspondido. Rolou uns beijinhos, as cantoras queriam mais, porém o rapaz não dá a mínima. #quem nunca.

Por ser voltada para o reggae, tive que fazer adaptações no ritmo – o português não acompanha o ritmo do coreano. Mas também é só isso que pode causar estranhamento. A letra segue bem a ordem da original. Porém, confesso que gostei muito mais do meu refrão!

ORIGINAL

Baby why I’m so lonely?
Eu te quero, mas você não quer
Querido não, eu não sei
Quando darei minhas costas a você

(tell me why)
O que você está pensando?
Eu te amo
Mas eu não sei por que
Eu me sinto tão sufocada

VERSÃO

Baby why I’m so lonely?
Bem me quer você mal me quer
Baby, por que não olha pra mim?
Não sei se vou conseguir suportar

(tell me why)
O que devo fazer?
Não posso te esquecer
Te amar não é nada doce
E aos poucos tendo a sufocar

Adoro quando tenho a oportunidade brincar com a versão sem fugir da tradução. De novo, quem nunca usou uma florzinha para fazer o famoso “bem me quer, mal me quer”? Ainda pegando o gancho da flor, usei o pré-chorus original pra escrever o “Te amar não é nada doce”. Nele há a frase “Numa doce história de amor”.

E aí? Gostaram? 🙂