Aos queridos subscribers

Este post é basicamente uma propaganda do meu canal do YouTube mesmo. E, sim, ainda estou falando sobre metas em 2018! Beijos!

 

Anúncios

Nove livros para 2018

Ainda sobre a meta de leitura, finalmente decidi quais livros entrarão para a categoria “deste ano não passa”. Todos os escolhidos já estão nas minhas estantes há, pelo menos, dois anos, então sigo com a ideia de diminuir o número de 170 não-lidos do meu quarto.

IMG_5237
Talvez eu tenha tentado fazer uma foto mais diferente. Talvez eu tenha falhado

A metamorfose – Franz Kafka

Em 2008 comecei a ler este livro. Como sei disso? Simples.  Agora pouco encontrei um “marcador de página” que foi o cupom da minha prova teórica do Detran. Ou seja, DEZ anos parado na estante. Se essa leitura não fora para frente, não irá nunca mais.

A noite da espera – Milton Hatoum

Desde “Dois irmãos”, Hatoum virou um dos meus autores nacionais favoritos. Nem sei sobre o que é esta história, mas soube que tem um personagem inspirado no pai do meu ex-chefe (sobrenome Alegria)! Achei sensacional!!!

A redoma de vidro – Sylvia Plath

Confesso que comprei este livro porque queria algo da autora na minha estante e estava em promoção. Assumi a responsabilidade, então “simbora”.

A volta ao mundo em 80 dias – Júlio Verne

No ano passado, estampei uma reportagem sobre uma nova edição do próprio livro que me propus a ler. Júlio Verne foi o autor que fez com que eu me apaixonasse pela leitura. Nada mais justo colocar uma obra dele nesta lista.

17554222_10208970134393968_8643784934459933795_n

Androides sonham com ovelhas elétricas? – Philip K. Dick

Eu não me lembro muito de Blade Runner, mas ainda hoje sinto que gostei. Pedi de aniversário para o meu melhor amigo o livro que inspirou o filme, mas nada de lê-lo desde então. E ano passado saiu um filme novo, né? Quero ler o, reassistir ao primeiro e finalizar com o 2049.

Aniquilação – Jeff Vandermeer

Logo teremos um filme baseado nesta obra. Só ouvi falar maravilhas. Assim, provavelmente será uma das primeiras leituras dessa meta de nove livro.

Assassinato na casa do pastor – Agatha Christie

Amar Agatha Christie é algo herdado na minha família. E, quando li meu primeiro livro dela, fiquei alucinada e comprei vários em seguida. Vários que continuam parados no cantinho de “Policial/Suspense”. Escolhi este porque é o primeiro caso da Miss Marple (que, sinceramente, prefiro ao Poirot!).

Os contos de Beedle, o Bardo – J.K. Rowling

DESONRA. É só o que sinto quando olho para este livro e constato que foi o único que não li da coleção de Harry Potter. Felizmente, até o final deste ano, esse sentimento horrível vai cessar.

Sono – Haruki Murakami

Comprei pela edição, não vou negar. Como a história me pareceu muito interessante também, achei que era o combo perfeito.


 

Marina, por que você escolheu nove livros em vez de doze, como os blogueiros, booktubers e instagramers fazem? Então… vamos dizer que estes seriam o que tenderia a esquecer de ler. Coloca-los nesta lista é como assinar um contrato para que isso não aconteça. 🙂

E vocês? Já fizeram suas listas de MUST READ de 2018? Algum dos seus coincide com um da minha lista? Mais de um? Quero saber!

Coco, Indy e a pedra filosofal

As ideias iniciais desta nova postagem seriam: falar sobre livros que lerei em 2018 ou fazer comentários sobre as previsões da astrologia e do horóscopo chinês. Ainda não fiz essa lista de livros nem procurei as previsões. Então, vou improvisar um pouquinho, com o que já tenho e que estou vivendo.

Há alguns dias assisti ao filme “Viva: a vida é uma festa” (“Coco”, nome original). Se ainda não assistiu, simplesmente vá. Quando eu achei que nada barraria Moana, veio a história de Miguel para me encantar, me emocionar, me divertir e, é claro, me botar para pensar. Aliás, Pixar, obrigada.

Se você não sabe nada sobre do que se trata, segue o pôster e a sinopse:

-1514908230-coverMiguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos.

Não vou entrar em detalhes do enredo para não estragar a experiência de ninguém. Quero apenas discorrer sobre elementos e reflexões, que por um acaso não têm nada a ver com esse resumo aí em cima.

Primeiramente, “Coco” (vou usar o nome original só porque é menor mesmo) é um filme que fala sobre ancestralidade. Se você está familiarizado(a) com “Mulan” e a própria “Moana”, sabe do que estou falando. Quem foram os antes de nós sempre reflete no que somos e nos que virão. É a memória dos nossos antepassados que os permite viver dentro de nós. E também é a nossa própria memória que nos faz ser quem somos. “Lembro, logo existo”.

O segundo ponto que gostaria de destacar é que “Coco” é também sobre morte. Morte física, espiritual e simbólica. O que nos remete novamente à memória. Se a sua história não é conhecida por ninguém é como se você nunca tivesse passado por este planeta. E se ela era conhecida e acaba esquecida, você morre.

A memória é a pedra filosofal, a fonte da juventude. É ela que concebe a imortalidade tão almejada por vários homens e mulheres ao longo dos tempos.

O corpo morre. Ficam as memórias das nossas memórias.

Mas o corpo ainda morre. E para os parentes e pessoas próximas, ancestralidade e essa tal imortalidade não importam. A pessoa que eu amava se foi para sempre.

Será?

Nas tradições mexicanas, não. “El dia de los muertos” é sempre um reencontro. Apesar de o México ser o país mais católico do mundo, seu povo crê na memória e que uma vez por ano as almas se juntam aos vivos para celebrar… a vida! É como se a morte fosse apenas uma ilusão ou uma passagem para outra vida.

“Coco” me tocou muito. Até agora não consigo parar de pensar nesses pontos de reflexão. Principalmente porque meu cachorrinho Indy (Indiana Jones) está nos deixando aos poucos. Ele já tem quase 12 anos. Também tem uma doença cardíaca de três nomes que está fazendo com que ele pare no hospital veterinário de uma a duas vezes por semana. O que estamos tentando fazer agora é lhe dar qualidade de vida para que a partida dele seja a mais confortável possível.

IMG_5204
Indy dormindo enquanto escrevo este post

Indy está comigo e com a minha família há quase 12 anos. A memória dele vai viver com a gente para sempre (até que a nós sejamos esquecidos), não tenho dúvida.

Para finalizar esta postagem, deixo o trecho de uma canção que está no CD da trilha sonora em espanhol de “Coco”. Chama-se “El corrido de Miguel Rivera”. Não aconselho escutá-la se ainda não viu o filme; vários spoilers. Porém o fechamento é incrível e tem tudo a ver com os parágrafos anteriores a este (ancestralidade?).

Llévanos Miguel a esa dimensión

En dónde la muerte es sólo una ilusión

Aquí estás, y te he venido a encontrar

Aquí estás, sé que no existen las despedidas

Miguel volvió

Y descubrió

Que sólo muere

Lo que se olvida*

* Olvidar é esquecer em espanhol

364 dias depois + Meta de Leitura 2018

GENTE!

Quase um ano depois eu finalmente volto a dar as caras aqui no blog. Abandonei? Olha, o termo mais correto é “eu estava tão louca sobrevivendo em 2017, que acabei colocando o Marinescritora em segundo plano”. É acho que assim tá bom.

Para atualizar todo mundo sobre o que vivi no ano passado, segue um resumo estilo previsões do ano em sites astrológicos:

Trabalho

Fiquei como editora assistente na Tagore Editora até agosto. Voltei a dar aulas de inglês em abril. Participei de vários momentos lindos da Feira do Livro de Brasília (nada de curadoria dessa vez). Fui à FLIPOP e à minha primeira Bienal do Rio de Janeiro. Passei a fazer parte da Agência Página7 <3. ESCREVI O MEU SEGUNDO LIVRO (post só sobre isso ainda este mês).

Painel maravilhoso de ontem (e aimeudeus saí no Twitter da Página7)! #feiradolivrobsb #instalivros

Uma publicação compartilhada por Marina Oliveira (@marinescritora) em

 

Saúde

Não vou dizer que peguei duas gripes homéricas e uma vez quase fui parar no hospital por conta da enxaqueca. RISOS. Meu trapézio continua uma pedrinha. De vez em quando faço massagens. Tirei o aparelho! Entrei na academia e até que estou gostando pois consigo ler em cima da bicicleta. Os exames vão bem.

Amor

Uma gargalhada bem alta para relacionamentos românticos. Uma salva de palmas para amizade!

No mais…

Li 43 livros em 2017. Os melhores foram “O conto da aia”, “Eu, robô”,  “A árvore generosa”, “Nada dramática”, “Quinze dias”, “O ódio que você semeia” e “Confissões”. O melhor conto foi “O papel de parede amarelo”. Concluí um curso maravilhoso sobre literatura de autoria feminina, enfoque nas loucas. Fiz um curso de roteiro… talvez eu não sirva pra coisa, mas ainda não desisti. Organizei minha própria festinha de 28 anos. Teve CCXP de novo. Indy, meu cachorrinho, desenvolveu uma doença grave no coração… depois de vários sustos, passa bem.


Sobre a meta de leitura 2018 

No dia 1o de janeiro estipulei no Goodreads que este ano leria 50 livros. Esse número acaba de mudar para 68. Por que? Próximo parágrafo.

IMG_5156
Arte em print

Fiz uma sequência de stories no Instagram (salvos no campo de destaque indicado belamente na foto) mostrando minhas estantes do quarto, enquanto contava a quantidade de livros não lidos. Cheguei ao número de 170! Cento e setenta! Sério, chocada. Isso não está certo porque:

  1. Estou retendo histórias e conhecimentos. Isso vai contra os meus princípios.
  2. Espaço.
  3. Para que tanto consumismo?

Nós amantes dos livros temos essa ideia que precisamos ter vários. Tá, não é uma ideia, é mais uma necessidade. Mas que tal comprarmos livros de uma maneira mais consciente?  Em vez de impulso, pararmos e nos perguntarmos se queremos aquele exemplar de fato? E os livros que ganho em eventos? Se não quero os ler, por que não os passo para a frente? Muitas reflexões.

Assim, a meta é que eu diminua essa quantidade de livros não lidos e, até o final do ano, eu reflita se quero continuar com os livros que escolhi não ler.

Vou comprar livros novos? Claro que vou. Mas também estabeleci regras de compras para mim. Só os levarei para casa se:

  • eu quiser muito, muito, muitooo;
  • o livro for de um amigo;
  • for a leitura do mês dos clubes do livro (faço parte de dois), eu não arranjar ninguém que me empreste e não tiver em versão e-book, que serão minha prioridade de compra.

Agora conta para mim como foi seu 2017? Igual ao meu? Já fez sua meta de leitura? O que achou da ideia da minha? Estava com saudades?

Tem uma sessão linda de comentários adiante para você escrever o que bem quiser! ❤

Parceiros Parede Branca 2017

O Parede Branca vai ganhar 10 novos parceiros este ano. E você pode ser um deles! Como? Este post vai explicar.

1 Seguir/Curtir o Parede Branca e a Marina (eu rs) nas redes sociais

Instagram: @aparedebrancadomeuquarto
Facebook: Marina Oliveira
Twitter: @marinescritora
Este blog!!!

Opcionais: Instagram pessoal (@marinoli22) e Canal do YouTube 1 e 2

2 Preencher o formulário

Sim! Isso vai facilitar muito na hora da escolha.

Formulário Parceiros Parede Branca 2017

3 Postar uma foto da sua Parede! *OPCIONAL

Seguindo o modelo de parcerias do ano passado, poste uma foto do seu quarto, do seu cantinho de leitura ou do lugar preferido da casa. Na  descrição, pode escrever o que quiser + as hashtags #aminhaparede e #parceirosparedebranca2017. Vou replicá-las no IG e, talvez, o número de curtidas ajude no processo. #ficadica

Olá, 2017!

Seja mais do que bem-vindo! 2016 foi um ano bom para mim? Sem dúvida. Fiz a cirurgia ortognática, consegui me recuperar muito bem, estive com amigos maravilhosos, viajei e ganhei experiências incríveis na área de trabalho. Porém, para o mundo e para o Brasil, no geral, tudo foi bem turbulento. Espero que 2017 a minha vida continue em harmonia, mas peço o mesmo para o meu país e o dos outros.

anc-galo

E assim, no dia 28 de janeiro, entramos no ano do Galo de fogo. “O galo é do elemento metal, o que pode gerar alguns conflitos. Ainda assim, o momento é propício para ações que beneficiam o coletivo, e não individual. Quem seguir esse fluxo pode se dar muito bem.” Ou seja, o enfoque realmente vai ser o equilíbrio da sociedade. Apoio. Ainda assim, é melhor pensarmos um pouco mais antes de nos expressarmos em 2017. O mesmo vale para tomadas de decisões e gastos. A energia Yang vai nos deixar um tanto agressivos, mas também promete boas novas para área amorosa e para a do trabalho. Mais informações, sugiro consultar este link.

E o que o ano do Galo promete para os nativos de Serpente? Sucesso! Sendo autêntica e escutando a minha intuição, minha vida será tranquila e me trará boas oportunidades. QUERO. Vi aqui.

Saindo do Oriente, falemos agora do horóscopo tradicional. Primeiramente preciso  ressaltar uma descoberta que mudou (tá, nem tanto) a minha vida: meu ascendente não é Capricórnio, é Sagitário! Fiz umas consultas astrológicas bem legais com a arquiteta da família (e que, inclusive, reformou meu quarto) e constatamos o erro ocasionado pelo bendito horário de verão. O que isso significa? Só que o meu senso de responsabilidade e meu jeitinho seco vem da lua em Virgem, não da ascendência.

Após consultar vários sites, as conclusões para Sagitário em 2017 são as seguintes: o trabalho requer comprometimento e seriedade, pois no final do ano finalmente ganharei uma certa estabilidade, apesar de já estar colhendo o que plantei. Uma dica legal é a de me ater aos detalhes que, com frequência, deixo passar. Isso é bem verdade. Destaca-se também o amor… vou esperar sentada.

Hora das metas de ano novo!

  • Continuar com a média de 60 livros lidos por ano;
  • Ler mais clássicos;
  • Terminar de escrever o meu segundo livro (e postar o andamento aqui);
  • Trabalhar com leitura crítica;
  • Ser uma ótima profissional da Tagore/Trampolim Editora 🙂 ;
  • Começar aula de canto (pendente do ano passado);
  • Viajar bastante com/para visitar amigos;
  • Fazer uma tatuagem nova!

Para terminar, vou repetir o que disse no ano passado: gostaria de deixar claro que adoro horóscopos sim. Porém, tenho a consciência de quem faz o meu caminho sou eu, apenas eu. Por isso, adoro um lema de um conhecido. Toda segunda-feira ele posta no Facebook que “hoje começa a melhor semana de nossas vidas”. Adivinhem o que eu pensei às 00:01 do dia primeiro de janeiro?

“Hoje começa o melhor ano da minha vida.”

 

 

VERSIONANDO: TT

“I’m like TT, just like TT”

Olá! Hoje trago a última versão do ano. Admito que 2016 foi bem parado, mas não custa lembrar que estava me recuperando da cirurgia ortognática, né?

Chega de enrolação.

Antes de tudo, preciso esclarecer o que é TT. Então, é um emoticon de alguém chorando! Aqui no Brasil, antes dos emojis, usávamos o T_T. Lembram? Pois é. E o que esperar de uma música que leva o nome de um emoticon de choro? Choro, né?

Basicamente é a história de um amor platônico, não correspondido. A ideia era realmente falar do ponto de vista de uma menina sonhadora e super apaixonada. Como me diverti bastante com a adaptação!

ORIGINAL

Estou com dois pensamentos, em uma situação embaraçosa
Eu só olho e digo ba-ba-ba-baby
Sem notar, todos os dias eu só imagino
Eu chamando seu nome, baby
Mas a gente ainda nem se conhece

VERSÃO

Em que situação fiquei, outra vez eu congelei
Se te olho, fico ba-ba-ba-baby
De imediato, sonho com os nossos filhos, baby
Resta saber seu sobrenome!

Quem nunca escreveu “Sra. (insira o nome do crush juvenil aqui)” no caderno que atire a primeira pedra!

ORIGINAL

Você diz que eu sou ridícula
Que eu só vivo pela aparência
Isso não me anima ba-ba-ba-baby
Eu estou ficando louca
Em toda essa confusão
Porque eu sinto fome?
Eu como todos os dias e eu ainda sinto fome

VERSÃO

Finalmente você me vê
E seu interesse, cadê?
Isso é tão frustrante, ba-ba-ba-baby
Enlouquecendo de ansiedade
É tão confuso, baby
Daí só como chocolate!

Neste caso, não gostei nada do texto original. Como assim o crush me chamar de ridícula? NUNCA. Por isso resolvi ser mais livre. Ele não está interessado, acontece. Quanto a segunda parte, em vez de me enfocar na fome, falei de ansiedade e chocolate. Muito mais brasileiro. Concordam?

Por fim, gostaria de ressaltar a parte do refrão entre os TTs.

ORIGINAL

I’m like TT, just like TT
Você não sabe dos meus sentimentos
Você é tão cruel, tão cruel

VERSÃO

I’m like TT, just like TT
Eu assim menos você
Nada a ver, nada a ver

No meu mundo ideal, a adaptação seria A FRAÇÃO EU – VOCÊ = NADA A VER. Ficaria tão legal… Mas não encaixava na melodia. Parti para o sacrifício.

E aí? Gostaram? Eu ADOREI. 😀