No mundo das fanfictions

Semana complicada. Muita coisinha para fazer, marcar e, é claro, histórias para escrever. Por isso não consegui atualizar o tanto que eu gostaria. A boa notícia, porém, é que semana que vem voltarei a rotina. Então, podem esperar várias postagens por aqui.

Eu planejava falar mais sobre o Projeto Lene hoje, mas entrei num túnel do tempo (Seria o efeito “De Volta aos Quinze”?). Ao invés de comentar sobre projetos a serem concluídos, o assunto será sobre os que já concluí. Aqui vai a minha menção honrosa às fanfictions. Já ouviram falar delas?

A tradução de “fanfiction” (ou fanfics, como foram carinhosamente apelidadas) é literalmente “ficção de fã”. São enredos criados por pessoas que amam determinada série de TV, livros ou desenhos, e utilizam as personagens que já existem dentro daquele universo. Invenção de fã para fãs mesmo.

E não, isso não é produto do submundo. Além de existirem vários sites dedicados a elas, alguns livros são produtos diretos de fanfictions. O best-seller “Cinquenta Tons de Cinza” escancarou para o mundo que isso era totalmente plausível (Se você não sabia, o livro surgiu de uma fanfic da quadrilogia “Crepúsculo”). Aqui dentro do Brasil, temos “Sábado à Noite” da Babi Dewet, que veio de uma história com os garotos da banda McFly.

No meu caso, minha veia nerd sempre pulsou pelos animes, os famosos desenhos japoneses. Comecei a escrever histórias sobre Sakura Card Captors, passei por Cavaleiros do Zodíaco e terminei com Naruto. Ai. Dá um pouco de vergonha falar sobre isso, mas é o meu passado. Fazer o que? E eu tenho é que me orgulhar dele! Se não fosse o intensivão de fanfictions na minha vida escolar, eu nunca estaria aqui e agora.

Muitas pessoas não as levam a sério, infelizmente. Mas, como comentei brevemente, o legal das fanfics é que não é preciso se preocupar com as personagens; elas já estão estabelecidas. Claro que se pode mudar um pouquinho das personalidades existentes, mas o maior trabalho que se tinha era de bolar uma história bacana. Daí a mente poderia viajar do jeito que quisesse. Por isso adorava escreve-las.

Se  bateu a curiosidade de saber como era essa minha fase, podem dar uma passada na minha página do fanfiction.net. Optei por não corrigir nenhum dos textos desde que parei com essa vida (hehehe). É um registro do quanto eu evoluí (e um pouco de preguiça também).

Divirtam-se!

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2 comentários sobre “No mundo das fanfictions

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