Projeto Parede Branca: Primeiro ato

É isso, meus queridos leitores e amigos. O Projeto Parede Branca fechou as cortinas e entrou num pequeno intervalo de quinze-vinte minutos. Hora de esticar as pernas, ir ao banheiro e comprar mais pipoca. Em breve o espetáculo começará de novo; a história de Mariana continuará, mas com algumas novas personagens, descobertas e amadurecimento.

Resumindo: Cheguei na metade do livro! hahahaha

Pois é, aconteceu na sexta passada. Passei o texto para alguns amigos e tenho revisado rapidamente algumas partes. É um exercício interessante porque, lendo de novo, dá para ver o que pode ser melhorado e menos energia será gasta das próximas etapas (espero). Uma coisa engraçada é que ainda insisto em trocar o nome da protagonista com o do Lara. Fazer o que? Por muito tempo o nome dela foi Lara mesmo.

Enfim, hora de apresentar outras personagens do projeto para vocês:

Carla Vilar (mãe de Mariana)

“-       E então, não vai me contar como foi o primeiro dia de aula? – minha mãe perguntou quando terminei meu prato de sopa e me movi para sair da mesa. Ela queria perguntar isso desde o início do jantar, mas tentei ignorar os olhos verdes e pidões dela (por sinal, algo que a genética não tinha me dado). “

A parte acima foi tirada do segundo capítulo do Projeto.

Como podem ver, a mãe de Mariana é uma pessoa que se preocupa bastante com a filha. Apesar do jeito avoado, Carla é bem insistente com o discurso da “família unida” (Mariana e o irmão odeiam). Professora de História, apaixonada pela profissão, costuma ser bem calma e respeitadora. Tende a se dedicar bastante aos outros a sua volta e se esquecer de si, infelizmente.

Maria de Fátima Vilar (vó Fatinha)

Vó Fatinha só aparece do terceiro capítulo adiante, portanto não terá nenhum trechinho da dela por aqui.

Mesmo assim, ela é uma personagem muito rica e bacana. Tem sotaque de algum interior brasileiro que ainda não identifiquei. Isso faz com que as falas delas sejam simples, mas com um bando de palavras inventadas. Mariana a ama de paixão; Vó Fatinha sempre a aconselha nos momentos difíceis. Na verdade, ela parece ter poderes sobrenaturais porque às vezes é como se ela realmente lesse os pensamentos das pessoas. Ainda tem um relacionamento peculiar com o lado espiritual: ela acredita em todas as religiões, mas não segue nenhuma em específico. Isso faz com que ela tenha amigos rabinos, padres, mães de santo e tudo que se possa imaginar. Na história, sofre de cansaço crônico e alguns desmaios súbitos. No entanto, isso nunca tira o bom humor dela.

Vou confessar que vó Fatinha é baseada em duas pessoas muito especiais na minha vida, mas que já partiram desse planeta há algum tempo: minha vó materna e minha tia (também por parte de mãe). O nome veio da segunda, mas as duas eram Marias e pernambucanas “arretadas”. Saudades.

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