Olá, 2017!

Seja mais do que bem-vindo! 2016 foi um ano bom para mim? Sem dúvida. Fiz a cirurgia ortognática, consegui me recuperar muito bem, estive com amigos maravilhosos, viajei e ganhei experiências incríveis na área de trabalho. Porém, para o mundo e para o Brasil, no geral, tudo foi bem turbulento. Espero que 2017 a minha vida continue em harmonia, mas peço o mesmo para o meu país e o dos outros.

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E assim, no dia 28 de janeiro, entramos no ano do Galo de fogo. “O galo é do elemento metal, o que pode gerar alguns conflitos. Ainda assim, o momento é propício para ações que beneficiam o coletivo, e não individual. Quem seguir esse fluxo pode se dar muito bem.” Ou seja, o enfoque realmente vai ser o equilíbrio da sociedade. Apoio. Ainda assim, é melhor pensarmos um pouco mais antes de nos expressarmos em 2017. O mesmo vale para tomadas de decisões e gastos. A energia Yang vai nos deixar um tanto agressivos, mas também promete boas novas para área amorosa e para a do trabalho. Mais informações, sugiro consultar este link.

E o que o ano do Galo promete para os nativos de Serpente? Sucesso! Sendo autêntica e escutando a minha intuição, minha vida será tranquila e me trará boas oportunidades. QUERO. Vi aqui.

Saindo do Oriente, falemos agora do horóscopo tradicional. Primeiramente preciso  ressaltar uma descoberta que mudou (tá, nem tanto) a minha vida: meu ascendente não é Capricórnio, é Sagitário! Fiz umas consultas astrológicas bem legais com a arquiteta da família (e que, inclusive, reformou meu quarto) e constatamos o erro ocasionado pelo bendito horário de verão. O que isso significa? Só que o meu senso de responsabilidade e meu jeitinho seco vem da lua em Virgem, não da ascendência.

Após consultar vários sites, as conclusões para Sagitário em 2017 são as seguintes: o trabalho requer comprometimento e seriedade, pois no final do ano finalmente ganharei uma certa estabilidade, apesar de já estar colhendo o que plantei. Uma dica legal é a de me ater aos detalhes que, com frequência, deixo passar. Isso é bem verdade. Destaca-se também o amor… vou esperar sentada.

Hora das metas de ano novo!

  • Continuar com a média de 60 livros lidos por ano;
  • Ler mais clássicos;
  • Terminar de escrever o meu segundo livro (e postar o andamento aqui);
  • Trabalhar com leitura crítica;
  • Ser uma ótima profissional da Tagore/Trampolim Editora 🙂 ;
  • Começar aula de canto (pendente do ano passado);
  • Viajar bastante com/para visitar amigos;
  • Fazer uma tatuagem nova!

Para terminar, vou repetir o que disse no ano passado: gostaria de deixar claro que adoro horóscopos sim. Porém, tenho a consciência de quem faz o meu caminho sou eu, apenas eu. Por isso, adoro um lema de um conhecido. Toda segunda-feira ele posta no Facebook que “hoje começa a melhor semana de nossas vidas”. Adivinhem o que eu pensei às 00:01 do dia primeiro de janeiro?

“Hoje começa o melhor ano da minha vida.”

 

 

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Ensaio reflexivo sobre um celular quebrado

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Sumi das redes sociais? Pois é… uma semana parece um século na era digital. Isso é o que acontece quando o seu celular cai, trinca a tela toda e você precisa fazer uma “troca paga” para obter um novo. Eu juro que, se eu pudesse voltar no tempo, não compraria nada da Apple – uma vez que você se acostuma com o sistema, é difícil mudar para outro.

Seria nada de WhatsApp, Telegram e Instagram (porque inventei de colocar aquela dupla verificação nos ajustes) por, pelo menos, sete dias. Restou o Facebook, mas apenas quando conseguia acesso a internet no meu tablet. Ainda bem que tinha o celular do editora, que literalmente só faz ligações. Onde já se viu?

Sofri?

Sofri.

Porém, foi bem mais tranquilo do que imaginei.

Senti falta de poder acessar o meu e-mail a qualquer hora ou dar uma olhada no dicionário de alemão. As minhas pesquisas fora de hora (sobre a capital do Butão ou passagem de livro até “qual será a idade daquele ator coreano bonitinho”) precisaram ser adiadas também. A pior parte: ter que LIGAR para as pessoas. Ainda assim, não era o fim do mundo. Aliás, permiti-me ver as vantagens do “detox”.

Calma. Não entrei no movimento das pessoas que falam mal dos telefones. Eu AMO meu iPhone. É meu instrumento de trabalho, divulgação, lazer, leitura e máquina fotográfica. Ah, dá para fazer ligações também, né? RS

Só que percebi que não estava o utilizando da melhor forma. O tal lado negro da força, sabe?

No primeiro dia sem celular, várias vezes me peguei buscando o aparelho quando “não tinha nada para fazer”; pegando o elevador, esperando no sinal de trânsito, andando de um lugar para outro. Isso sem contar a insegurança de não poder se comunicar por mensagem e confirmar o compromisso com um cliente, por exemplo. Sorte que sou boa de direção e o Waze só me serve em situações extremamente desconhecidas. Do contrário, a insegurança seria ainda maior.

Daí no segundo dia, confiei. Se o autor atrasar, lerei um livro. Se o sinal demorar seis minutos (caso real) para abrir, eu simplesmente irei esperar. O tempo no elevador nem é tão grande assim.

E veio o terceiro. Impressionante. Fazia tempo que eu não rendia tanto num dia. Li e produzi muito bem. Triste constatar que sim, o tempo que gastava no celular estava prejudicando o trabalho e o estudo. Tanto que, quando o quarto dia chegou, decidi que os próximos dias seriam de produção total. Estava empolgada!

Foi quando recebi uma ligação da autorizada dizendo que o meu novo aparelho havia chegado. Sete dias se tornaram três e meio! Claro que não pensei duas vezes e fui correndo buscar o meu bebê. Na loja consegui ainda carregar um tico de bateria. Voltei para casa feliz, mas não completamente.

Acreditam que já no caminho de volta senti algumas “perturbações”? Esperando pelo sinal verde, meu coração deu uma aceleradinha e batei uma necessidade de comunicação, sei lá. Precisava conectar logo o celular ao meu computador para baixar o backup.

Sério, rolou uma preocupação forte.

Tanto que decidi que só voltaria a ser ativa nas redes sociais na segunda-feira e faria alguns experimentos. Por exemplo, deixar celular longe da minha cama. Notei que, por me deitar com ele por perto, acabo dormindo mais tarde e, ao acordar, enrolo para levantar. O despertador do tablet resolve (por incrível que pareça, não perco tanto tempo com ele).

Um passo de cada vez, né?

LAUDO: Marina Oliveira apresenta vício leve-moderado em smartphones e internet. Alguns dias foram suficientes para que a paciente tomasse consciência do seu problema e resolvesse mudar sua conduta. Recomenda-se acompanhamento periódico. 

 

4 Questionamentos sobre Fahrenheit 451

Já tem um bom tempo que quero fazer vídeos para discutir mais os livros, o processo de criação e a literatura. Pensei, pensei e pensei de novo. Cheguei a conclusão que não conseguiria ser uma booktuber. Porém, por que não uma escritora-meio-que-blogueira?

Após ler Fahrenheit 451 do autor Ray Bradbury, percebi que dizer o que achei da obra e fazer a minha avaliação não seria o suficiente. Até porque já exitem várias resenhas interessantes por aí! “Eu quero mesmo é discutir, ir mais fundo”,  disse para os meus botões. O resultado é o vídeo acima, que leva o nome do post.

Os tais questionamentos são mais convites a reflexão. Primeiro disserto sobre a mudança do protagonista, Montag. Depois comento o tom dos discursos dos personagens. Daí discorro sobre a questão da “memória”, do quanto é sempre “relembrada”. Finalizo filosofando sobre a neutralidade do mundo.

Ainda não tenho cenário, então fui guiada pela iluminação. Sentei no chão da sala, reli o roteiro que preparei e gravei. Espero que gostem!

O Parede Branca no Latino Book Awards

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O livro “A parede branca do meu quarto” da escritora brasiliense Marina Oliveira está entre os finalistas do The International Latino Awards 2016. Desde de 1997, a organização reconhece as melhores obras literárias em espanhol e português. Este ano, a premiação será no dia 8 de setembro em Los Angeles, nos EUA.

Este é o romance de estreia da autora-jornalista-e-professora-de-inglês de 26 anos. Conta a história da adolescente Mariana Vilar (apesar dos nomes parecidos, ela garante que não é uma autobiografia) que vê sua vida mudar completamente após ter um surto psicótico durante uma prova do Programa de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade de Brasília. Como a personagem está no último médio, dois dos temas principais do livro são a escolha profissional e o estresse.

“É o primeiro prêmio que o meu livro pode receber. Estou muito empolgada!”, comenta Marina, que agora estuda a possibilidade de ir pessoalmente ver a premiação. Além dela, outros  autores de Brasília e suas obras também são finalistas do Latino Book Awards. Entre eles está a escritora Sinélia Peixoto, “Por que eu?”, e o jornalista e presidente do Sindicato dos Escritores Marcos Linhares em parceria com Marcelo Capucci, “Faço, separo, transformo”.

 

O peso das palavras

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As palavras têm poder. Tenho certeza que você já ouviu isso em algum lugar. No filme “O Segredo”, na palestra motivacional, no culto religioso que talvez frequente (ou vá obrigado), no divã, nas aulas de português, de filosofia ou até nas conversas com os seus avós. Pode-se dizer até que há algum tempo virou um cliché. E essa pode ser a razão de muitos não darem mais a devida atenção às próprias palavras.

Ontem fui ao teatro. Confesso que não sou lá muito fã de peças. Porém um amigo estaria atuando e, pelo que tinha lido sobre, a história me parecia interessante. Nome: The Pillowman. Sim, o homem-travesseiro. Para facilitar, vou colar aqui a sinopse da peça.

Em um regime totalitário, um escritor é interrogado sobre os peculiares contos que escreve. Ao longo do interrogatório, alguns desses contos são narrados e os detetives inferem que pode haver relação entre estes e a ação de um serial killer. O mundo real e o fictício se fundem em uma trama repleta de reviravoltas com um final surpreendente.

O roteiro é genial. Acabei me envolvendo tanto com o suspense e com os contos macabros do escritor que no final estava com medo do homem-travesseiro. Sério, ele virou tipo a segunda Maria Algodão pra mim. Porém, isso não vem ao caso. Por trás das reviravoltas e discussões sobre traumas da infância há o ensinamento que iniciei este post, só que com mais uma conotação: toda palavra que proferimos tem um peso e somos responsáveis por isso.

OK. Vivemos numa democracia muito louca, temos direito à liberdade de expressão. Então podemos sair por aí falando o que pensamos e opinarmos do jeito que quisermos, certo?

Errado.

Vejo conhecidos dizendo que o mundo ficou muito chato, que não dá mais pra fazer uma piada sem ser alvo de críticas. Que tudo está politicamente correto. Nossa, ainda bem que é assim. Significa que a sociedade está mais atenta ao que profere, mesmo que nem sempre seja de maneira consciente. Esse é o tal peso das palavras. Sentimos a responsabilidade quando a consciência faz com que pensemos nas consequências que as palavras trazem.

O escritor (personagem) de The Pillowman cria enredos incríveis, apesar de medonhos.  Na verdade, ele não percebe que mesmo incríveis, os enredos ainda são medonhos pois, na cabeça dele, os leitores se encantarão pela arte da narrativa. Quando a narrativa vira inspiração para um serial killer, ele começa a entender que, de certa forma, também é responsável pelas mortes que o psicopata-leitor cometeu. Afinal a massa de leitores não é uniforme; enquanto alguns apenas vão achar que o conto foi muito bem escrito, outros vão querer experimentar as mortes descritas.

Isso significa então que romances policiais e de terror deveriam ser banidos? Claro que não! Quando estamos conscientes, esse tipo de romance é literatura. O que o escritor precisa ter em mente é que há a possibilidade de uma pessoa não ver a história daquela maneira. E essa reflexão vale para o que falamos pelo mundo afora também.


 

Serviço

Interessados pela peça The Pillowman? Esta é a última semana que ficará em cartaz!

“The Pillowman” de Martin McDonagh
Sala Loyola – Centro Cultural de Brasília (CCB)
SGAN 601, Módulo B (início da L2 Norte, ao lado do SERPRO)
Capacidade: 220 lugares
Espaço acessível a portadores de deficiência
Duração aproximada: 120 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Apresentações: 4 a 27 de Março
Sextas e Sábados às 21h00 e Domingos às 19h00
(Portas se abrem 30 minutos antes do início e se fecham pontualmente)
Ingressos: R$20,00 (meia-entrada: estudantes, professores e idosos) R$40,00 (inteira)

Olá, 2016!

Olá, 2016!

Dizem que você é dos bons porque já começou na sexta-feira. Estou empolgada porque finalmente sou uma escritora de verdade, pretendo trabalhar com isso e vou fazer uma cirurgia que deve mudar a minha vida (e permitir que eu termine de vez a 3a e 4a temporada de Battlestar Galactica).

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Para não perder a tradição, o primeiro post do ano será sobre as previsões e metas. Iniciando, a previsão do horóscopo chinês. No dia 08/02 entraremos na temporada do macaco de fogo. O que isso significa?

O período regido pelo Macaco de Fogo é de muita sorte, bons fluídos e boas oportunidades a quem planta o bem. O Macaco de Fogo é justo e cumpri o que está traçado na vida das pessoas. Logo, cuidado com o que andou plantando na vida.

Ao Macaco está associado um forte impulso de ambição, busca maior de fama, poder, vitórias e ganhos financeiros de forma imprópria. Avareza, egoísmo e ambição cega podem levar as pessoas a guerras ou a destruição de caráter, amizades e famílias.

[…]

Para quem está vai começar agora um trabalho, negócio ou carreira, o ano do Macaco de Fogo e muito favorável. Cuidado com ambição cega e impulsividade descontrolada. O Macaco de Fogo cobra com juros que foi injusto, falso e destruidor de vidas e sonhos.

[…]

Se gosta de viver sozinho e sem um amor de verdade, vai sofrer muito em 2016, pois este será um ano para encontrar seu amor de verdade.

Para fechar, o ano do Macaco de Fogo, é um ano de festas, viagens, aventuras e amizades.

FONTE: Vida e Estilo

É, meus amigos. Como dizia Latino, “quem planta sacanagem, colhe solidão”. O macaco de fogo está aí para deixar isso claro. Espero ter feito um bom dever de casa. 🙂

Com relação ao meu signo chinês, Serpente, as previsões também são favoráveis. O foco é a área de trabalho e habilidades. Gostei bastante desta parte – “O ano será de um modo geral bom para os assuntos monetários e a Serpente não apenas desfrutará um visível aumento de renda como também receberá uma quantia adicional de outra fonte.” E sabem o que é mais louco? No dia primeiro saí para dar uma caminhada e tinha uma cobra verde no meio do caminho! Acredito que seja um sinal de sorte.

Voltando-se agora para o Ocidente, falarei de astrologia. A previsão do Personare diz que este ano é favorável para os sagitarianos do segundo e do terceiro decanato. Too bad. Sou do primeiro! Assim, ficarei mais melancólica. Acho difícil, mas estarei atenta. Já a ascendência em Capricórnio mostra mais uma vez favorecimento no profissional e no ramo do conhecimento.

Pensando em tudo isso acima, bolei as minhas metas lunares e solares para 2016. Aqui vão algumas (não vão todas porque tem aquelas mais pessoais, né?):

  • Escrever o meu segundo livro;
  • Ir à bienal do livro de São Paulo;
  • Trabalhar como editora júnior;
  • Continuar estudando alemão;
  • Começar aulas de canto no 2o semestre;
  • Fazer de tudo para me recuperar o mais rápido possível da cirurgia ortognática (que espero que aconteça em março);
  • Cuidar mais da minha pele;
  • Bancar 100% uma viagem.

E quanto à leitura? Não vai ter nada?

Mais ou menos. Vi no Instagram uma tag chamada #desafiolivrada2016. Achei bacana porque tem umas categorias bem interessantes (livro russo! novela!). Porém não quero me prender a ele ainda. Tomarei uma decisão quando chegar em Brasília. No mais, agora vou postar fotos dos livros que estou lendo. O primeiro do ano já está no @aparedebrancadomeuquarto.

Para terminar, gostaria de deixar claro que adoro horóscopos sim. Porém, tenho a consciência de quem faz o meu caminho sou eu, apenas eu. Por isso, adoro um lema de um conhecido. Toda segunda-feira ele posta no Facebook que “hoje começa a melhor semana de nossas vidas”. Adivinhem o que eu pensei às 00:01 do dia primeiro de janeiro?

“Hoje começa o melhor ano da minha vida.”

Feliz LIVRO Novo!

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Meu pai me enviou um texto super legal. Resolvi compartilhá-lo com vocês. 🙂

Quando 2015 começou, ele era todo seu.
Foi colocado em suas mãos…
Você podia fazer dele o que quisesse..
Era como um Livro em Branco, e nele você podia colocar:
um poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração.
Podia…
Hoje não pode mais; já não é seu.
É um livro já escrito… Concluído.
Como um livro que tivesse sido escrito por você,
ele um dia lhe será lido, com todos os detalhes,
e você não poderá corrigi-lo.
Estará fora de seu alcance.
Portanto, antes que 2015 termine, reflita,
tome seu velho livro e o folheie com cuidado.
Deixe passar cada uma das páginas pelas mãos
e pela consciência; faça o exercício de ler a você mesmo.
Leia tudo…
Aprecie aquelas páginas de sua vida em que você usou
seu melhor estilo.
Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito.
Não, não tente arrancá-las.
Seria inútil. Já estão escritas.
Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro
que lhe será entregue.
Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu,
e evitar repetir as ruins.
Para escrever o seu novo livro, você contará novamente
com o instrumento do livre arbítrio, e terá, para preencher,
toda a imensa superfície do seu mundo.
Se tiver vontade de beijar seu velho livro, beije-o.
Se tiver vontade de chorar, chore sobre ele…
Não importa como esteja…
Ainda que tenha páginas negras, entregue
e diga apenas duas palavras:
Obrigado e Perdão!!!
E, quando 2016 chegar, lhe será entregue outro livro,
novo, limpo, branco todo seu,
no qual você irá escrever o que desejar…

FELIZ LIVRO NOVO !!!

Nos vemos em 2016!