GUIA PRÁTICO para aproveitar o I Enaejo

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1o dia (23/07) – manhã

Entrando na feira, dirijam-se ao Auditório Alvorada (peguem o elevador, 1o andar). Sugerimos que a chegada seja, pelo menos, quinze minutos antes para que possamos entregar os crachás do encontro. O evento era fechado, mas mudamos de ideia – podem levar acompanhantes sem problemas. Porém, apenas os inscritos participarão das dinâmicas programadas.

Um dado importante: recebemos inscrições de aspirantes a escritores! Eles também podem participar das dinâmicas, mas de outra maneira (esclareceremos no dia).

Às 10h damos início ao I Enaejo. A abertura terá quatro momentos:

  • Apresentação da curadoria
  • O que é ser escritor?
  • “Se vira nos 30”

Todos os participantes terão 30 segundos cronometrados para apresentar a sua obra. Não importa quantos livros tenha, o tempo é este (seja criativo!).

  • A roda dos gêneros

Momento para aprofundarmos a discussão da obra de cada escritor.

Dica: levem casaco (porque o ar condicionado é central, ou seja, congelante)

O auditório é nosso até as 12h.

1o dia (23/07) – tarde

Levando em consideração o tema da feira, “Meu mestre, meu livro”, nos dedicaremos a informar e profissionalizar escritores e aspirantes. Teremos no Espaço Oficinas 1 dois blocos informativos.

Às 14h, o escritor Flávio Vieira dará um Workshop de Escrita. Apenas os 25 primeiros a entrarem poderão participar. Detalhe: é aberto à feira. Portanto, cheguem cedo para garantir o seu lugar ao sol.

Às 15h30, é a vez do escritor Rodrigo Feres falar sobre A criação de obras literárias para E-book. Ótima pedida para os autores do Wattpad ou para quem quer se aventurar no mundo digital. Este workshop também é aberto ao público, mas o limite de participantes depende do Espaço Oficinas 1.

18h – Bate-papo com a escritora FML Pepper no Auditório Águas Claras

A Pepper, além de ser um amor de pessoa, tem uma história muito interessante e inspiradora. A mediação é por conta daMarina Oliveira e garante que escolheu perguntas que agradem o público e os participantes do Enaejo. Às 19h Pepper irá para o Abraço com Letras dar autógrafos, mas não se preocupem: Ela estará no stand da distribuidora Horizonte do Saber até o final da noite. Aviso isso porque…

Às 19h, teremos o Baile dos Escritores no Espaço Rapel. A ideia original era que apenas os escritores inscritos pudessem participar. Porém pensamos em algo melhor. Os blogueiros do I Encontro Nacional de Blogueiros também serão convidados. Motivo? Ora, é o momento perfeito para firmar parcerias! Sintam-se a vontade também para levar UM acompanhante. Coffee break, música e amor aos livros até as 20h. Existe combinação melhor?

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E, lembrando, que não tem código de vestimenta!

Dica: levem seus livros e material de divulgação!

2o dia (24/07) – manhã 

Começamos o dia de novo às 10h no Auditório Alvorada! Dessa vez teremos o painel “Escrevi meu livro e agora?” com Flávio Vieira, Victor Tagore e Maurício Gomyde. O escritor Arisson Tavares vai apoiá-los a expor algumas formas de publicação. Perfeito para quem não sabe como transformar as obras em livros físicos.

Depois ainda no Auditório Alvorada, às 11h, teremos o Grande Debate dos Escritores Jovens. A mesa será formada pelos escritores Jander Gomez, Dayse Dantas e João Doerderlein e a mediação fica com a Marina Oliveira. Será que a discussão nos levará a uma Guerra Civil?

Dica: Vão bem alimentados porque o debate vai até 12h30.

2o dia (24/07) – tarde 

Às 14h no Espaço Oficinas 1, Flávio Vieira (não temos culpa, o rapaz é ótimo!) fará um workshop sobre Bloqueio Criativo. Mesmo esquema do dia anterior – é aberto à feira e são 25 vagas. Portanto, cheguem cedo para garantir o seu lugar ao sol.

Às 15h, Hector Ângelo ministrará uma palestra no Auditório Alvorada. Aí vão alguns motivos para não perder:

  • 14 anos, 4 livros;
  • Recém-contratado da Editora 42;
  • Foi destaque numa feira literária de Londres;
  • Desenha, pinta e já produziu uma linha de bonecos;
  • O seu terceiro  livro “A Transformação de Joca” foi selecionado no Concurso Internacional de Escritores Infantojuvenil Lusofonos La Atrevida , instituição ligada à Universidade de Lisboa e fará parte do livro III Antologia Atrevida.

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É mole ou quer mais?!!!

Para fechar o I Enaejo com chave de ouro: Bate-papo com André Vianco, às 16h no Auditório Águas Claras. Ele é o cara! Ele tem bagagem! E vai dividir com a gente, mediado pelo blogueiro literário (e fã) Luciano Vellasco. Afinal, no encontro passamos por todos os estágios da vida de escritor. Nada mais justo do que terminar com um autor como Vianco, que já vem construindo seu legado há um tempo.

Após o bate-papo, vai direto para o Abraço com Letras e distribuir autógrafos.

 

 

 

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#escritorasDF

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As escritoras do Distrito Federal se uniram para fazer uma campanha especial no mês das mulheres!

São quinze escritoras que acreditam no poder da literatura para expressar um novo lugar da mulher no mundo: um espaço onde ela pode ser a protagonista. Ao desconstruir estereótipos, inventar heroínas e aventuras insólitas ou criar histórias de prazer, o ato de escrever se torna um exercício de liberdade de pensamento e de crítica dos tempos atuais.

Durante a campanha, quinze escritoras da capital federal mostrarão seus trabalhos em um movimento de valorização da cultura local e da literatura de autoria feminina, com o apoio do blog brasiliense Conchego das Letras. São elas: Ane Soal, Bárbara Morais, Cácia Leal, Denise Barbosa, Elaine Andrade, Elaine Elesbão, Luana Barros, Maciane Gontijo, M. S. Fayes (Martinha Fagundes), Marcela Silva Marina Oliveira, Patrícia Baikal, Sinelia Peixoto, Tatyana Azevedo e Vivianne Fair.

Preparem-se para conhecer as autoras e suas obras num ciclo de entrevistas que começará a partir de 08 de março!

‪#‎sejaprotagonista‬  ‪#‎escritorasDF‬

Comentário Skoob: Trilogia Anômalos (21,22,23)

Como comentar esta trilogia que mal conheço, mas já considero pacas?

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OK. Eu menti. Conheço bem a história porque não só a li, como também fui a sessão de autógrafos da autora, Bárbara Morais, e tirei a maioria das minhas dúvidas.

Imaginem que o mundo se dividiu em duas nações, a União e o Império. Elas estão em guerra há não sei quantos anos, mas em ambas podemos encontrar os “anômalos”, humanos que desenvolveram algum tipo de mutação. Sybil Varuna, a personagem principal, se descobre como anômala após ser a única sobrevivente de um naufrágio. Assim, ela vê a vida mudar completamente: Antes refugiada de guerra, agora cidadã de Pandora – uma cidade especial para pessoas como ela. Sua nova vida tinha tudo para ser perfeita, mas os ventos tomam um caminho diferente quando é chamada para uma missão numa ilha inimiga. O que ela presencia lá faz com que seu mundo vire de ponta cabeça de novo. Só que Sybil não vai descansar até que consiga resolver a situação dos anômalos, do país e das pessoas que ama.

Quem agradece sou eu!
Quem agradece sou eu!

Eu sou uma ex-quase-socióloga (tranquei o curso no 5o semestre), então adoro histórias de ficção científica. De cara gostei da trama anômala porque me remeteu aos tão aclamados X-men. Há a questão das minorias, luta de classes e direitos civis. Enquanto lemos algumas passagens de tirar o fôlego, podemos refletir sobre a nossa sociedade também. 10!

Quanto aos personagens, senti alguns problemas de desenvolvimento. Não na Sybil – ela é bem concreta nos três livros. Aconteceu mais com as pessoas à volta dela. Ou talvez eu seja a chata da análise de personalidades, por isso não citarei nomes. Já o meu troféu de favorito vai para Hassam. No pódio ainda aparecem Andrei e Rubi. Se tiver montado um pódio também, trate de postá-lo nos comentários.

Nota final: 4,5/5

Parede Branca: Venda + Dois capítulos disponíveis

Oh YEAH! “A parede branca do meu quarto” já pode ser comprado pelo site da Thesaurus Editora. Adquirindo por lá, você garante 20% de desconto. O envio começa na terça-feira da semana que vem (29/09).

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Notaram também que no pé da página dá pra baixar um PDF? Pois é, são os dois primeiros capítulos do livro. Baixando-o, você será apresentado à Mariana Vilar, a protagonista. Adianto: talvez não vá gostar tanto dela no início (personalidade forte, meio arrogante…). Porém, esse mesmo jeitinho “fofo” pode se tornar engraçado ao longo da história. Nas 19 páginas, vários dos personagens que caminharão ao lado da “Lunática do PAS” aparecem. Ah! E o motivo da Mariana ter virado a “Lunática do PAS” é explicado também.

Vai me dizer que não aticei nenhum pouquinho a sua curiosidade?

PS: Assim que atualizei o blog, percebi que era uma postagem especial!!!
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Página de Facebook

Blog arrumado? Check! Página do Facebook? Check também!

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https://www.facebook.com/marinescritora

Pois é, queridos leitores. Finalmente o blog invadiu a rede social mais famosa da atualidade. Por enquanto, apenas estão postados meus dados e alguns dados de “A Parede Branca do Meu Quarto”. Vale ressaltar que título do meu primeiro livro também ilustra a foto de perfil, outra arte linda da Maira Bravo.

Falando nela… essa flor de ipê de novo? Porque agora está roxa? OK, desta vez eu explico: é desse jeito que ela realmente aparece na história. Ainda assim, flores amarelas são as minhas favoritas.

Agora chega de papo! O que você está esperando para curtir a minha página do Facebook? Garanto que muita coisa bacana vai aparecer por lá!

Sarau: Eleanor Catton

Vou confessar algo para vocês: para alguém como eu que almeja ser uma grande escritora, eu ainda sou bastante devagar com eventos de literatura e feiras do livro. Chega a ser ridículo. Quando eu descubro que está rolando algo interessante aqui em Brasília ou no Brasil, já acabou. Este ano aconteceu a mesma coisa: a FLIP, Festa Literária Internacional de Paraty, teve sua 12ª edição e eu só soube disso quando apareceu na minha timeline do facebook uma reportagem sobre uma tal de Eleanor Catton.

Capa de "Os Luminares"
Capa de “Os Luminares”

Sinopse do SKOOB

O jovem inglês Walter Moody, recém-chegado no isolado vilarejo de Hokitika, na remota Nova Zelândia do século 19, procura descanso após sua tumultuada viagem de barco. Mas, sem perceber, ele acaba interrompendo uma reunião secreta de 12 moradores de Hokitika, que estão tentando resolver um mistério. E é durante a corrida do ouro que personagens excêntricos recontam suas histórias para desvendar a morte de um eremita e o desaparecimento do homem mais rico da cidade. Entre os garimpeiros, um chinês traficante de ópio, um político preocupado com o eleitorado, um magnata cafetão, uma prostituta em luto, um reverendo novato e um guia maori são alguns dos envolvidos nesse mistério. E Walter Moody parece ser uma peça desse quebra-cabeça, após passar por uma experiência beirando o paranormal a caminho de Hokitika, onde pretendia fazer fortuna no garimpo. Catton conduz o leitor por histórias que vão do místico ao exótico. Pepitas de ouro costuradas em vestidos, um tiro de suicídio que não dispara, fantasmas em caixões, uma charlatã que convoca espíritos e usa chineses como estátuas de decoração. Tudo isso na lamacenta cidade de Hokitika, onde chove intermitentemente e que prospera apenas enquanto os rios fornecerem ouro. Eleanor Catton buscou no movimento dos astros as influências para seus personagens, dividindo o livro em partes que seguem as posições astrológicas dos signos de cada um dos envolvidos. Mas, se a Lua em Leão não explica desaparecimentos nem mortes suspeitas, a destreza de Catton costura as histórias mais surpreendentes, criando viradas repentinas na narrativa, conexões inesperadas, experiências com o misticismo e fecha firmemente as várias camadas da trama com clareza.

Eu ainda não li “Os Luminares”. Talvez eu nem leia devido às 800 páginas (eu só leria essa bíblia to tablet e olhe lá), mas já sou fã de carteirinha da autora neozelandesa. A descrição do livro é incrível, mas o processo de criação da história é mais incrível ainda. Nas palavras dela:

“Dediquei cinco anos a Os luminares, mas só escrevi nos três últimos”, disse. “Usei os dois primeiros apenas para pesquisar sobre a história da Nova Zelândia, estudar astrologia e ler o maior número de romances vitorianos que consegui. Depois que comecei a escrever, o livro fluiu rápido.

E a colega de 28 anos ainda é ousada, viu? Além do número de páginas, os capítulos seguem uma estrutura super diferente. O primeiro tem 360 páginas. O segundo, a metade do primeiro e assim segue até o 12º capítulo, que tem apenas duas páginas! Genial! Até porque são doze signos zodiacais. Tudo minimamente planejado.

Não é a toa que em 2013 o Man Booker Prize consagrou a obra, não é?

Diarinho: O drama ao me deparar com o “Nada Dramática”

Terminou a última aula (como professora) da semana e resolvi ir ao shopping. Passei pela FNAC. Tinha um objetivo claro, mas não sou de ignorar livrarias, por isso entrei. Eis que dou de cara com um livro. “Nada Dramática”, Dayse Dantas. Eu já tinha ouvido falar dele. Conheço uma pessoa que tem ligação com a autora. Sabia do que se tratava. Mesmo assim, me surpreendi ao ler a sinopse:

Gostei da capa
Gostei da capa

Nada Dramática – Aventuras e desventuras de uma garota que sobreviveu ao ensino médio sem ser popular, sem fazer mimimi… e sem conseguir evitar de se apaixonar – Dayse Dantas

Camilla Pinheiro conseguiu passar sua vida escolar praticamente ilesa, sem se envolver em dramas adolescentes. Isso é uma grande vitória para ela, que sempre foi muito aplicada nas aulas. E pretende continuar assim, agora que está no terceiro ano do ensino médio do colégio Coliseu, um dos mais puxados e concorridos de Goiânia. Sempre organizada, seus planos para o último semestre se resumem a um só objetivo: passar no vestibular com as melhores notas. Porém, graças a uma confusão amorosa envolvendo seu melhor amigo, Camilla vê seus dias calmos de estudos se transformarem, em meio a revoluções escolares, brigas familiares, intrigas na turma, dúvidas sobre o futuro e até uma inesperada paixão, que ela insiste em negar para si mesma. Para se abstrair do mundo real, agora virado de cabeça para baixo, ela posta em seu blog as aventuras da “Agente C”, sua identidade nada secreta para quem a conhece e sabe o que é viver um dos períodos mais intensos da vida.

Nossa! O pano de fundo é parecidíssimo com o do Projeto Parede Branca! As personagens principais estão na mesma série, são aplicadas na escola e têm um irmão cujo o nome começa com a letra “L”. OE? Qué issO? Magia Negra? “Transmimento de Pensassão”? Sério, se a câmera da loja me filmou quando eu estava processando o que lia, veria meu queixo caído.

Não vou mentir. Um milhão de coisas passaram pela minha cabeça sobre a minha história. E se 0s leitores acharem que eu copiei a Daisy? Devo desistir? Começar outro projeto encasquetado na minha mente? O que eu faço? Quero comprar o livro. Preciso ler o que está escrito. Mas e se eu me influenciar… o que eu faço??? Isso foi um resumo.

Respirei fundo. Mudei de atitude.

Essa autora é uma pessoa. Eu sou outra. Em comum, devemos amar livros e ter o sonho de ser escritora há anos. Vamos lá, eu acredito que as ideias estão aí pairando pelo espaço e tempo. Os escritores e os criativos são apenas pessoas que conseguem captá-las e transformá-las em obras. Abraçamos a mesma ideia. Ou apenas criamos histórias com planos de fundos parecidos. Ponto. Quantos filmes americanos falam sobre o último ano da High School? E os livros da Meg Cabot que tratam sempre da mesma coisa, só que com backgrounds diferentes (adoro do mesmo jeito, ok?).

Enfim, eu não posso desistir do Projeto Parede Branca.

Ufa.

Olhei para o “Nada Dramática” de novo. Decidi que não o compraria naquele momento, mas que seria a minha primeira aquisição assim que o meu livro estivesse pronto. Voltei para casa com a mente tranquila. Li algumas resenhas (todas positivas) a respeito da história antes de escrever este post. Realmente parece ser muito boa!