Por onde anda o livro?

“E o livro, Marina?”, me perguntam.

“Tá saindo! Setembro ou Outubro vai ter lançamento”, respondo.

Daí eu lembro que estou trabalhando neste livro desde 2013. Bate uma ansiedade imensa. Com a editora, o processo começou no início do ano. Já estamos quase no meio de Agosto. AIMEODEOS. Seguro a ansiedade.

O negócio é o seguinte: para que um primeiro livro saia, é preciso paciência. Principalmente porque o desenvolvimento não depende só de você e porque você não é o único escritor da editora.

Como tem sido? Ah… a primeira revisão levou algum tempo. Daí ganhei uma boneca (o livro todo, mais ou menos diagramado e impresso). Corrigi e apontei observações na boneca. Tiro dúvidas, sento com o diagramador, corrigimos o que encontramos. Então, uma nova boneca. Mesmo esquema. Neste exato momento, aguardo a terceira. Se aprovo a nova versão (que já vem com capa, dedicatória e tudo mais), rubricarei todas as folhas e ela será enviada para a Biblioteca Nacional. Com o ISBN, finalmente “A Parede Branca do meu Quarto” terá a sua primeira (de muitas) tiragem.

IMG_3470
As bonecas e o instrumento de trabalho

Enquanto tudo acontecia, a ilustração da capa se resolveu (obrigada de novo, Maira!). Entre edições ali e lá, saíram: a capa propriamente dita, a contracapa e a orelha da frente, que vem com a apresentação da minha bela pessoa. O texto da outra orelha brevemente estará pronto também.

Produto, Praça, Preço e Promoção. Já ouviram falar nos 4Ps da Publicidade? Pois é? Acima, era só sobre o produto. Só depois da finalização que entra-se na praça (distribuição) e no preço (dispensa comentários). A promoção, no entanto, vem sido discutida. Não dá pra contar detalhes ainda, mas a página do facebook e o MARINESCRITORA surgiram daí.

É cansativo, não vou negar. Porém, cada minuto vale a pena. Acompanhar um livro sendo feito tem se mostrado uma experiência incrível e até enriquecedora. Apesar da ansiedade que insiste em ficar no meu pé, o Parede Branca vai sair do jeito que sempre sonhei (e adaptei ao longo deste ano).

Aguardem!

Anúncios

Página de Facebook

Blog arrumado? Check! Página do Facebook? Check também!

FullSizeRender
https://www.facebook.com/marinescritora

Pois é, queridos leitores. Finalmente o blog invadiu a rede social mais famosa da atualidade. Por enquanto, apenas estão postados meus dados e alguns dados de “A Parede Branca do Meu Quarto”. Vale ressaltar que título do meu primeiro livro também ilustra a foto de perfil, outra arte linda da Maira Bravo.

Falando nela… essa flor de ipê de novo? Porque agora está roxa? OK, desta vez eu explico: é desse jeito que ela realmente aparece na história. Ainda assim, flores amarelas são as minhas favoritas.

Agora chega de papo! O que você está esperando para curtir a minha página do Facebook? Garanto que muita coisa bacana vai aparecer por lá!

A nova auto-denominação

No dia 11 de setembro nascia o “Aspirante a Escritora”. O objetivo era criar um espaço em que eu pudesse compartilhar minhas ideias e sonhos com quem quisesse ler. Hoje, quase dois anos depois, quero que o blog continue assim. Só que ele agora passará por uma transformação. Afinal, a aspiração se tornou realidade: eu agora SOU escritora.

Nossa. Só de pensar nisso, tenho uma vontade tremenda de chorar. Sinto muito orgulho de mim mesma, gratidão e alegria. Nem acredito que cheguei aonde estou. Meu livro, “A Parede Branca do Meu Quarto”, deve ser lançado em breve. MEU LIVRO. O primeiro de muitos, se Deus quiser.

O subtítulo do “Aspirante a Escritora” era “Um blog pode ser o melhor lugar para começar”. Foi pensando nisso que resolvi que o blog também deveria ser a primeira parte da mudança. Novo layout, novo título, novos desafios.

Só que… “Marinescritora”? Não tinha nome melhor, não?

Te garanto que faz sentido.

Meu nome é Marina Oliveira, assim como uma boa porcentagem do Brasil. Há muito tempo, quando criei minha primeira conta do hotmail, escolhi o enunciado “marinoli”. Marin (um dos meus apelidos) + Oli (abreviação do meu sobrenome). Acabei esquecendo a senha dessa conta, mas reaproveitei a invenção na minha conta do twitter (@marinoli) e até no endereço daqui do blog (marinoliveira). Nada mais justo do que continuar com a brincadeira e rebatizá-lo de “Marinescritora”.

flor de ipêAlém do novo título, notaram a flor de ipê amarelo? Pois é. Saiu das mãos encantadas da minha amiga Maira Bravo. Deu um toque único, não deu? Só que a flor não é só única para o blog; tem grande significado pro “Parede Branca” também. Não, não vou contar mais nada. Muitas novidades estão por vir.

O que acharam do novo visual? Gostaram? E a ansiedade? Tá, talvez eu esteja mais ansiosa que vocês. Mas podem ter certeza: este é só o “novo começo”.

Registro de livro na Biblioteca Nacional

Seguindo o conselho de várias pessoas e até da Babi Dewet, registrei o meu livro na Biblioteca Nacional. Oh Yeah! A Parede Branca do Meu Quarto será meu e só meu. Direitos Autorais, baby! Mal posso esperar para receber o meu certificado de registro dentre 90 dias. E você? Gostou da ideia? Quer fazer o mesmo com as suas histórias, suas músicas ou desenhos? Neste post resumirei os passos para tanto.

Levando em consideração que a sua obra está pronta, estes são os passos que você deve tomar:

1 – Imprima uma cópia com as páginas enumeradas. Depois, rubrique-as;

2 – Tire duas cópias, uma de um documento com RG e CPF e outra de um comprovante de residência;

3 – Entre na página da Biblioteca Nacional, imprima o formulário de registro e averbação e preencha-o;

4 – Gere o boleto de GRU com o valor do procedimento almejado e pague-o;

5 – Leve tudo para o Escritório de Direitos Autorais (Rua da Imprensa,16, 12º andar, Centro 20030-120 RJ) ou a um Posto Estadual.

Minha Experiência 

IMG_8992
Comprovante de registro. O certificado chegará na minha casa em 90 dias!

Em Brasília há um posto para registro, mas está fechado para reformas (previsão de reabrir só em Março). Como estou de férias e tenho familiares no Rio de Janeiro, resolvi fazer uma viagem. Desembarquei no Santos Dumont e fui andando até o escritório (20 minutos de caminhada). Chegando lá, não peguei nenhuma fila. Entreguei a papelada no balcão, recebi o canhoto aí do lado e pronto, o registro estava feito.

Confesso que esperava uma super emoção com esse feito nesta vida de escritora que pretendo levar, mas foi tão rápido que nem deu tempo para sentir nada. Quer dizer, só fome. Era hora do almoço.

Se pretende fazer o mesmo e ir ao Rio, sugiro que ainda dê uma passada na Biblioteca Nacional. É uma passeio muito bacana mesmo. As salas abertas ao pública são incríveis, assim como os livros e tratados em exposição. Infelizmente não cheguei a tempo para a visita guiada. Tudo bem. É um pretexto para voltar, no futuro.