VERSIONANDO: TT

“I’m like TT, just like TT”

Olá! Hoje trago a última versão do ano. Admito que 2016 foi bem parado, mas não custa lembrar que estava me recuperando da cirurgia ortognática, né?

Chega de enrolação.

Antes de tudo, preciso esclarecer o que é TT. Então, é um emoticon de alguém chorando! Aqui no Brasil, antes dos emojis, usávamos o T_T. Lembram? Pois é. E o que esperar de uma música que leva o nome de um emoticon de choro? Choro, né?

Basicamente é a história de um amor platônico, não correspondido. A ideia era realmente falar do ponto de vista de uma menina sonhadora e super apaixonada. Como me diverti bastante com a adaptação!

ORIGINAL

Estou com dois pensamentos, em uma situação embaraçosa
Eu só olho e digo ba-ba-ba-baby
Sem notar, todos os dias eu só imagino
Eu chamando seu nome, baby
Mas a gente ainda nem se conhece

VERSÃO

Em que situação fiquei, outra vez eu congelei
Se te olho, fico ba-ba-ba-baby
De imediato, sonho com os nossos filhos, baby
Resta saber seu sobrenome!

Quem nunca escreveu “Sra. (insira o nome do crush juvenil aqui)” no caderno que atire a primeira pedra!

ORIGINAL

Você diz que eu sou ridícula
Que eu só vivo pela aparência
Isso não me anima ba-ba-ba-baby
Eu estou ficando louca
Em toda essa confusão
Porque eu sinto fome?
Eu como todos os dias e eu ainda sinto fome

VERSÃO

Finalmente você me vê
E seu interesse, cadê?
Isso é tão frustrante, ba-ba-ba-baby
Enlouquecendo de ansiedade
É tão confuso, baby
Daí só como chocolate!

Neste caso, não gostei nada do texto original. Como assim o crush me chamar de ridícula? NUNCA. Por isso resolvi ser mais livre. Ele não está interessado, acontece. Quanto a segunda parte, em vez de me enfocar na fome, falei de ansiedade e chocolate. Muito mais brasileiro. Concordam?

Por fim, gostaria de ressaltar a parte do refrão entre os TTs.

ORIGINAL

I’m like TT, just like TT
Você não sabe dos meus sentimentos
Você é tão cruel, tão cruel

VERSÃO

I’m like TT, just like TT
Eu assim menos você
Nada a ver, nada a ver

No meu mundo ideal, a adaptação seria A FRAÇÃO EU – VOCÊ = NADA A VER. Ficaria tão legal… Mas não encaixava na melodia. Parti para o sacrifício.

E aí? Gostaram? Eu ADOREI. 😀

Anúncios

Versionando: Why So Lonely

Acho que já deu pra perceber que sou fã das WG e tiete da JYPE, né? Então foi difícil não me encantar com a batida melódica e gostosa de Why So Lonely. Como título já infere, temos aqui uma canção de amor não correspondido. Rolou uns beijinhos, as cantoras queriam mais, porém o rapaz não dá a mínima. #quem nunca.

Por ser voltada para o reggae, tive que fazer adaptações no ritmo – o português não acompanha o ritmo do coreano. Mas também é só isso que pode causar estranhamento. A letra segue bem a ordem da original. Porém, confesso que gostei muito mais do meu refrão!

ORIGINAL

Baby why I’m so lonely?
Eu te quero, mas você não quer
Querido não, eu não sei
Quando darei minhas costas a você

(tell me why)
O que você está pensando?
Eu te amo
Mas eu não sei por que
Eu me sinto tão sufocada

VERSÃO

Baby why I’m so lonely?
Bem me quer você mal me quer
Baby, por que não olha pra mim?
Não sei se vou conseguir suportar

(tell me why)
O que devo fazer?
Não posso te esquecer
Te amar não é nada doce
E aos poucos tendo a sufocar

Adoro quando tenho a oportunidade brincar com a versão sem fugir da tradução. De novo, quem nunca usou uma florzinha para fazer o famoso “bem me quer, mal me quer”? Ainda pegando o gancho da flor, usei o pré-chorus original pra escrever o “Te amar não é nada doce”. Nele há a frase “Numa doce história de amor”.

E aí? Gostaram? 🙂

Versionando: so-so

“So-so”, “mais ou menos” ou “lua em virgem com vênus em capricórnio”. Todos são nomes perfeitos para a minha versão de “so-so” da cantora coreana Baek A Yeon. Adaptá-la foi fácil não só pela letra, mas também pelo sentimento passado – lua e o vênus ali na primeira linha são meus!

Vamos lá: a história contada e representada no clipe é sobre uma pessoa que não sente empolgação pelo amor, mas que lá no fundo espera por um alguém especial. Praticamente não precisei “inventar” partes para cobrir buracos difíceis de adaptar. Aliás, boa parte é a tradução certinha com troca de palavras, inversão de ordens ou mudança para-soar-natural-em-português. Como exemplo, deixo o início da canção:

ORIGINAL

Não é como se ninguém fosse bom o suficiente para mim
Eu apenas não tenho vontade de procurar
Eu saio com caras uma ou duas vezes ou por alguns dias
Mas o constrangimento sempre está lá

VERSÃO

Não é como se ninguém fosse bom pra mim
Apenas não consigo me entregar não
Se saio com um cara ou dois, nunca ligo depois
Será que algum dia isso vai mudar?

Os dois primeiros versos são bem literais, os outros exigiram um “trato”. Na verdade, apenas deixei evidente o que estava implícito: A Yeon continua buscando, porém ainda não encontrou ninguém que a faça o coração dela bater mais rápido. Pensando nisso, construí a bridge e o último refrão:

ORIGINAL

Onde está você, o que você está fazendo? Você está ainda aí?
Venha para mim agora, o que é para mim
Quero te abraçar no momento em que eu te ver

Embora eu continue tentando mais ou menos
Embora eu esteja lutando mais ou menos
Não há nenhuma emoção, não há diversão, tudo é apenas mais ou menos
Não lembro nem da última vez que meu coração acelerou
Eu quero sentir por alguém também
Quero amar alguém

VERSÃO

Onde é que você está? Por que não vem aqui?
Desperte-a, a emoção que é se apaixonar
Te abraçar, a cura pro meu amor

E se continuar so so
Pretendo lutar so so
Não quero evitar, nada de evitar meu coração
Tento recordar a dor da respiração ao se acelerar
Onde você está? Venha aqui já rápido
Pra que eu possa te amar

O tom ficou um pouco mais otimista, né? Não posso negar que sou sagitariana algumas vezes… Tá, Marina. Por que não traduziu o “so so”?  Talvez eu tenha optado pelo caminho mais fácil, até porque este é o título da música. Ainda assim adorei o resultado.

Por fim, gostaria de falar da gravação, a primeira depois da cirurgia ortognática. E, apesar de ter me enrolado com algumas palavras por ainda sentir o lábio inferior dormente, foi incrível notar o quanto já tenho mais fôlego para cantar. Também não me preocupei em afinar a voz porque o meu tom foi suficiente para as notas. Fiquei muito feliz. 🙂

TOP 7: Minhas próprias versões

Dei uma olhada no meu canal do YouTube (/marin4) dedicado às cantorias e me espantei ao ver que já estou quase nos 2 mil inscritos! Uau! Mesmo não se comparando a outros, fico surpresa em alcançar esta marca sem nenhum esforcinho em publicidade.

Captura de Tela 2016-04-21 às 22.41.32

Se você não sabe do que estou falando, permita-me resumir: desde 2008 escrevo versões em português de músicas coreanas. Até já postei algumas aqui no blog, falando do processo de adaptação. Por que eu faço? Porque é divertido! E ainda bem que tenho uma voz razoável que me permite interpretá-las.

Hoje vou deixar aqui as minhas sete letras favoritas. Nossa, como foi complicado escolher! Afinal, tenho carinha por todas que já escrevi. Porém, tentei me enfocar naquelas cujas letras são um pouco mais complexas e interessantes (e que também não comentei no Versionando). Espero que gostem!

7) Baek Ji Young – GOOD BOY

Muitas das minhas versões favoritas consistem em contar uma história (talvez por eu ser escritora?). Good Boy é sobre o relacionamento de uma mulher com um menino mais novo. Só que ela não é a melhor das namoradas… e nem ele! O rap teve a ajuda do AJ.

6) Yenny – Hello to Myself

Essa letra é uma reflexão sobre os momentos difíceis que às vezes passamos. Se pudesse enviar uma mensagem para o futuro, o que você diria?

5) Lee Hyori – Miss Korea

Apesar de falar da Miss Coreia do Sul, a crítica é sobre os padrões de beleza impostos pela sociedade. Eu sou uma ex-quase-socióloga, então adorei trabalhar o tema.

4) Spica – Tonight

Tonight é sobre aproveitar a vida e viver o agora. Além de amar o resultado da adaptação, a letra me permitiu usar várias estruturas diferentes do português e brincar com as palavras.

3) You and I – IU

Gente, essa é de longe a letra mais divertida que fiz até hoje. E ela tem um toque mágico do nível que poderia entrar facilmente num musical da Disney. Conta a história de uma menina que consegue viajar no tempo e vislumbrar o futuro com o amado. Fofo.

2) BoA – Only One

Versionar uma das maiores divas do k-pop é muita responsabilidade. Porém, realmente acredito que fiz jus. É uma canção de dor de cotovelo, de amor insuperável. Quem nunca?

1) Insooni – Goose’s Dream

Goose’s Dream é um clássico da música coreana. A cantora, Insooni, é filha de afro-americano com coreana. Tendo sofrido muito preconceito por causa da origem, essa canção é sobre a luta e as forças que juntou para seguir os sonhos de ser cantora no país onde nasceu. A versão veio a pedido da organização de um evento chamado Dream Concert que acontece todo ano em São Paulo. E isso foi mais um presente para mim do que para eles. Toda vez que me sinto desanimada ou preciso de gás para continuar perseguindo os meus sonhos, a escuto.

BONUS: G.NA – Black and White

Esta é uma versão de coreano para inglês! A cantora narra a história dela e do namorado, que, mesmo tão diferentes, são perfeitos um para o outro.

OPEP: Mamíferos, jogos vorazes e muita música

“O Papa é Pop” hoje está bem recheado! Tem música, seriado, filme e um vídeo muito louco para comentar e indicar.

Zootopia

A nova animação da Disney é simplesmente PERFEITA. Eu tinha achado os trailers engraçadinhos, mas até então não tinha entendido direito qual seria o tema tratado. Pois bem, a coelhinha Judy quer ser uma policial numa sociedade de animais mamíferos que deixaram o sistema de predador e presa pra trás. Porém nenhum coelho (ou animal de pequeno porte) jamais tinha conquistado esta posição. Cabe a Judy quebrar os padrões e seguir o seu sonho, ensinando as criancinhas a persistirem sempre naquilo que almejam mesmo quando todo o mundo duvide de você. Meio cliché, né? Sim. SÓ QUE Zootopia é muito mais do que isso.

ZootopiaPredadores e presa. Ricos e plebeus. Governantes e governados. Valentões e vítimas.  Maioria e minorias. Zootopia é isso, uma baita alegoria do nosso mundo. Fala de preconceitos, papéis que supostamente devemos assumir e até luta de poder (sério, tem uma parte que é super Maquiavel. É uma baita aula de sociologia e filosofia. Um filme completo, redondinho e adorável. Sinceramente, recomendaria o filme para todas as salas de aula. Imagina discutir esse filme com crianças e adolescentes? E em faculdades? Deixa eu sonhar.

Recomendo o filme pra ontem. Já assisti duas vezes no cinema (e provavelmente irei numa terceira em breve). Ah! Achei muito sensacional ver os nomes dos dubladores brasileiros de novo em destaque nos créditos. Valorizo!

A segunda temporada de Demolidor e Vikings

Teve maratona de Daredevil neste último fim de semana. Amei a primeira temporada e também esta segunda. Mantiveram o clima do vigilante noturno, os conflitos de personalidade do Murdock e também as lutas legais (o que foi o terceiro episódio?). Achei o arco do Justiceiro muito interessante, apesar de ter dormido bacana no episódio 10 ou 11. O personagem é um maluco psicopata, mas gostei dele ainda assim. Uma amiga sugeriu shippar ele com a Karen. Gostei. Quanto a Elektra… Bom, gostei dela no início. Lá pro final meu interesse por ela caiu, sei lá. Mas acho que o final da temporada em si ficou meio desinteressante. Na minha opinião, muita coisa ficou mal resolvida. E não me pareceu gancho pra próxima season. Enfim, ainda assim está no meu hall de séries favoritas.

daredevil-poster-costumes-850x560

Quanto a Vikings, comecei ontem e já estou in love. Na verdade foi um amor à segunda vista. Achei o primeiro episódio legal, mas o dois me pegou de jeito. Nem tem muita coisa pra comentar. Ainda assim fica aqui a recomendação. Tive a oportunidade de visitar um museu viking na Dinamarca. Percebi que tinha uma ideia bem errada deles. Considerava o povo bárbaro, mega violento e conquistadores sem pudor. Well… que povo não era assim antigamente, né? O que mais me impressionou, no entanto, foi o tamanho dos barcos deles. ERAM MUITO PEQUENOS. E ainda assim conquistaram o norte, chegaram no Reino Unido e até na Islândia. A séria mostra isso muito bem. Aprovada.

Produce 101

Mudando de Dinamarca pra Coreia do Sul, tenho acompanhado um reality show chamado Produce 101. A proposta: colocar cento e uma trainees de agências de entretenimento diferentes para competir entre si. No final, o público elegerá as 1 1 favoritas para debutar como um grupo temporário por um ano.

Se você não sabe, o K-POP é literalmente uma fábrica de artistas. Jovens que queiram entrar no mercado musical, prestam audições de companhias para, assim, serem treinados e, por fim, lançados na mídia. Assim, o Produce 101 seria a oportunidade perfeita para garotas que queiram sentir logo como é ser um ídolo de verdade.

É um jogos vorazes. No início da competição as meninas foram classificadas em A, B, C, D e F pelos treinadores. O resultado é o clipe a seguir (a ordem de aparição são os grupos classificatórios).

As missões foram aparecendo e várias meninas sendo eliminadas. Uma das minhas favoritas já rodou e nesta sexta sobrarão 22. Tô apreensiva. O tanto que já chorei nas eliminações… só piora. Ainda assim é um programa muito legal pra quem gosta de ver apresentações de dança, canto e rap. Caso se interessem, o perfil do twitter @teampd101 tem legendado todos os episódios em inglês.

Jeon Somi, Kim Sejeong, Kang Mina, Han Hyeri, Hwang Insun, Lee Haein, Kang Yebin, Cathy e sobrevivente da KCONIC, FIGHTING!!!!

Meghan Trainor says NO

Ainda falando sobre música, preciso falar de No da Meghan Trainor. Já estou sentindo falta das madeixas loiras e o som super retrô. Porém não tem como amar a vibe final dos anos 90/2000 dessa música. Parece Ciara, Britney na época de Oops I did it again ou os primeiros solos da Beyoncé. Pra dançar não tem ritmo melhor.

E aí tem a letra. Ah, mon amour! Se você não está afim de escutar a cantada do cara, seja clara. Mostre que só quer ficar na sua e deixe claro que não precisa disso pra levantar a auto-estima. Já virou meu hino na balada que eu quase nunca vou.

Baile de… J-pop

Para terminar. Esse vídeo! ESSE VÍDEO! Não tem o que dizer, só sentir.

Versionando: I feel you

Esses últimos cinco dias de feriado imprensado foram bem positivos no quesito versões. Quer dizer, só escrevi uma e gravei três. Para quem lançava cinco por mês, hoje sou bem mais recatada.

A escolhida desta vez foi I feel you das Wonder Girls. Esta foi a minha música número 1 de K-pop do ano passado. Escutei tanto, mas em nenhum momento pensei em gravar uma versão. Eis que na madrugada de domingo para segunda, tandan! Inspiração! Escrevi a letra e já fui cantar. O tom das WG, no geral, é bem tranquilo pra mim. A complicação é mais fazer os trejeitos e aquela técnica do JYP half air half sound. Nem sei se fiz direito. O resultado vem a seguir.

Serei sincera: a adaptação de I feel you foi rápida, mas não necessariamente fácil. Optei por passar o sentimento de “sou aficionada por você” e utilizar um pouco da criatividade. O exemplo perfeito está segunda parte após o refrão.

ORIGINAL

Isto parece como o seu toque,
isso continua roçando em mim
Isso soa como a sua voz,
continua sussurrando em minha orelha (não)

(Uh) Eu estou assim todo o dia,
bêbada em pensamentos sobre você
(Uh) Eu apenas estou esperando
para poder ir te ver
(Uh, uh, baby)
O que eu faço?
Eu não acho que consigo viver sem você (Uh, baby)

VERSÃO

Neste ciclo vicioso, eu vou
Sua boca a me hipnotizar
Suas mãos, sua voz, não tem fim
Cada olhar, um copo mais a me embriagar (não)

(Uh) Delirando em prazer,
meus pensamentos seguem
(Uh) Eu preciso te ver
no momento, um instante
(Uh, uh, baby)
Como lidar?
Seu sorriso me deixar sem ar

Como podem ver, adotei recursos que não existiam e alterei a ordem de outros (como o fator embriaguês estar no pré-refrão). O rap ficou bem parecido com o original, assim como o refrão. Eu diria que, no fim, a versão ficou 75% fiel.

As (minhas) 10 coreanas mais tocadas de 2015

Ontem à noite, assistindo ao SBS Gayo Daejun 2015 (é como se fosse o Show da Virada coreano, mas que nem sempre acontece no dia 31/12), me pus a pensar sobre as músicas de k-pop que mais tinha escutado. Foi fácil fazer um Top 10 porque não dediquei tanto tempo da minha vida a essa obsessão esse estilo musical este ano. Motivo? Preguiça mesmo.

E a preguiça foi tanta que não vi muitos K-dramas (e consequentemente não escutei OSTs), nem busquei novos artistas. Aliás, a maioria da lista a seguir é da JYP Entertainment. Porém nunca escondi minha predileção pela companhia, né?

Lara aprova este post!

10. Love is Madness – 15&

Eu AMO essas baladinhas que me fazem sorrir. Grudam na minha cabeça que é uma maravilha! E amo mais ainda as vozes da dupla 15&, tão únicas e harmoniosas. Jimin e Yerin também lançaram solos muito bons ao longo do ano, mas foi o trabalho em equipe que mais se destacou pra mim.

9. Dumb Dumb – Red Velvet

Quando o Red Velvet apareceu, não curti muito Happiness. Tudo gritava para mim “novo f(x)”! Daí veio Ice Cream, não dei bola. Dumb Dumb foi o primeiro clipe que assisti inteiro. Porém foram as apresentações que roubaram meu coração. A dança é muito cativante. O “dumdumdumdum” ecoa na cabeça. Ganharam uma seguidora aqui.

8. Just Right – Got7

A culpa é do MV. Tenho consciência de que essa música nem é tão boa assim, apesar do refrão viciante. Só que… são bonecos! Fofos! Coloridos! JB no carro sendo lindo! Uma mensagem bacana! Poxa!!! Não tem como não se apaixonar.

7. Heart Attack – AOA

Aqui temos um exemplo de que não foi o MV, muito menos as apresentações. Gostei puramente da música que, como uma amiga descreveu, lembra um reggaeton super pop. Melhor lugar para ouvir: no carro, de manhã. O dia fica mais ensolarado e sexy!

6. Puss – Jimin feat. Iron 

Talking about sexy… O QUE É ESSA MÚSICA? O ritmo é enlouquecedor, assim como o senhor Iron ali em cima. Na minha singela opinião, Jimin fez todo o trabalho que o grupo dela, o AOA, não fez. Mesmo que ela realmente soe como o Cebolinha às vezes. 

5. Lion Heart – Girls’ Generation

Não sei do que gostei mais: da música ou da performance. É bom ver as todas as meninas se divertindo no palco depois de tanto tempo. A coreografia também é ótima para fazer em qualquer lugar!

4. My House – 2PM

Meus queridos fizeram um comeback incrível este ano. Másculo, bem interpretado e de tema sensacional. Eles são ou não são príncipes modernos? O coração dispara toda vez que o início toca. E a bridge do Jun.K? Quase que tirou a coroa de bias do Junho.

3. Like Ooh Ahh – Twice

O único grupo estreante da lista subiu na lista como um foguete. Eu simplesmente me apaixonei perdidamente pelo Twice. Assisti ao reality show SIXTEEN e a todas as performances. Quanto a  música? Viciante demais! O MV também é muito divertido. Elas trouxeram algo novo e refrescante para o K-pop. 🙂

2. AHH OOP! – Mamamoo feat. ESNA

Eu amo tanto essa música que, para mim, ela merecia ter tido muito mais destaque que Um Oh Ah Yeh. A letra é simplesmente incrível (e olha que não costumo ligar para letra em coreano), falando de machismo e empoderamento feminino. E a interpretação ficou fantástica, como sempre.

1. I Feel You – Wonder Girls

Sem as Wonder Girls não haveria K-pop para mim. Quando soube da volta delas, fiquei extremamente feliz. Daí vi que elas retornariam como uma banda, quase caí para trás. Então, veio o álbum Reboot – uma obra de arte completa, mistura genial entre os anos 80 e o contemporâneo. Apesar de I Feel You ser o carro-chefe, nenhuma música ganha uma nota menor que 8. Obrigada, Wonder Girls!

20150404_seoulbeats_mamamoo (2)