Parceiros Parede Branca 2017

O Parede Branca vai ganhar 10 novos parceiros este ano. E você pode ser um deles! Como? Este post vai explicar.

1 Seguir/Curtir o Parede Branca e a Marina (eu rs) nas redes sociais

Instagram: @aparedebrancadomeuquarto
Facebook: Marina Oliveira
Twitter: @marinescritora
Este blog!!!

Opcionais: Instagram pessoal (@marinoli22) e Canal do YouTube 1 e 2

2 Preencher o formulário

Sim! Isso vai facilitar muito na hora da escolha.

Formulário Parceiros Parede Branca 2017

3 Postar uma foto da sua Parede! *OPCIONAL

Seguindo o modelo de parcerias do ano passado, poste uma foto do seu quarto, do seu cantinho de leitura ou do lugar preferido da casa. Na  descrição, pode escrever o que quiser + as hashtags #aminhaparede e #parceirosparedebranca2017. Vou replicá-las no IG e, talvez, o número de curtidas ajude no processo. #ficadica

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Leitura Compartilhada no Ponto Para Ler

“Olá, meu bom leitor”,

Venho aqui deixar os dois vídeos que o canal Ponto Para Ler fez do Parede Branca. A proposta é que as pessoas leiam e depois assistam, mas você tem direito de fazer o que bem quiser (se não se importar com spoilers nível médio).

 

Eu sou muito fã do Ponto, então fiquei felicíssima ao ver o Parede Branca por lá. A ideia do Leitura Compartilhada é super bacana, um pouco diferente do formato “normal de leitura conjunta” do Booktube. Aliás, o canal todo é fora da caixinha e mesmo que, às vezes, os livros comentados não façam o meu estilo, adoro conhecer coisas novas. Principalmente no ramo da Literatura, né?

Ah! Tem resenha escrita também! Não deixem de conferir. 😉

Lidos de maio/2016

Definitivamente foi um bom mês para leituras. Poderia ter sido mais, já que tive 14 dias de exílio dentro de casa? Poderia. Porém, dei prioridade aos filmes da minha lista da Netflix que a preguiça não me deixava assistir.

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#23: A última princesa – Fábio Yabu

Sou fã do Yabu desde a época dos Combo Rangers fase bolinha. Ainda assim, soube da existência desse livro por acaso – uma amiga leu e postou suas impressões no Instagram. Fiquei super curiosa. Qual foi a minha surpresa logo depois? Essa mesma amiga me enviou o exemplar dela cheio de marcações como presente!!! Obrigada, Steady!!! A história da princesa que só queria livrar seu povo da escravidão e acabou expulsa do seu reino é maravilhosa. Não vou contar mais do enredo porque acabaria destruindo possíveis surpresas ao saberem quem a princesa realmente é. Amei demais a leitura.


#24: Orange – Ichigo Takano

IMG_8166Que mangá maravilhoso. Posso ficar horas falando do desenvolvimento dos personagens, do plot e da forma sensível que as inseguranças da vida foram abordadas. Mas serei mais sucinta. Orange conta a história da Naho, que no primeiro dia de aula recebe uma carta de si mesma 10 anos no futuro. Na carta há detalhes dos dias que aconteceram e conselhos para evitar que o amigo Kakeru morra. Sério, que narrativa sensível e sensacional. Entrou na minha lista de mangás favoritos.

Ah sim! No final de cada volume do mangá outra história muito bonitinha de duas gêmeas descobrindo o amor. Muito fofo!

#25: Last Defense – Pittacus Lore

Mais um livreto da série dos Legados de Lorien. Por sinal, talvez o mais fraco de todos. É sobre a trajetória de Malcom Goode enquanto “O destino da número dez” ocorria. Eu gosto do personagem, mas ele sempre acaba nos mesmos dilemas. Apesar de Last Defense mostrar novos aspectos da participação do governo americano na invasão mogadoriana, não há nada que surpreenda.

#26: A Coroa – Kiera Cass

A série da Seleção é uma espécie de guilty pleasure para mim. O enredo inteiro me passa a impressão de uma fanfiction de Naruto bem divertida, principalmente no arco da America. No da Eadley, não senti tanto isso por causa da própria Eadley. Adoro o jeito prepotente dela, que me lembra muito o da Mariana do Parede Branca. Gostei também de ver o crescimento dos participantes da nova Seleção, apesar de escancarar o machismo existente no tratamento da mulher na mídia. Ainda assim foi legal ver as muralhas do coração da Eadley caindo aos poucos. Isso se mantém no último livro da série. Acertei a escolha dela e amei demais. Quanto à abordagem dos problemas sociais… sinceramente? Em nenhum momento dos cinco livros as revoltas do povo me convenceram, então nem me importava com elas. Na verdade, algumas vezes tinha vontade de pulá-las. O mais problemático, porém, é a conclusão da história: muito corrida. Uma pena.

#27: Persépolis – Marjane Satrapi

Como comentei no Instagram, adoro histórias reais contadas em quadrinhos. No caso do Persépolis isso ainda é mais profundo por ser uma autobiografia da autora. Marjane é iraniana e viveu a guerra de seu país. Ela começa narrando a infância, passa pela adolescência conturbada na Áustria e termina no início da idade adulta, antes de migrar definitivamente para França. É muito interessante ver que, mesmo inserida numa cultura extremamente opressora, Marjane conserva a sua identidade como descendente persa. Aliás, ela tem orgulho das origens, tradições e valores.

#28: A sala de banho – Mylle Silva

A coleção de contos da autora é, no mínimo, impressionante. Extremamente intimistas, variando do romântico ao lúdico, alguns contos podem causar estranhamento. O prefácio me ajudou neste quesito: explica que Mylle tem conhecimento prático e profundo das tradições japonesas (ela já morou na terra do sol nascente). De fato, em vários momentos me peguei imaginando o quanto tal conto poderia ser facilmente um curta de animação ou oneshot de uma revista semanal. A leitura, porém, foi bem fora da minha zona de conforto. O bom é que, quando terminamos obras assim, sentimos aquele orgulhinho por ter tido a coragem de mergulhar num lago de letras desconhecido.

#29: No vermelho – Arisson Tavares

Outro livro de contos. Diferente do anterior, a leitura fluiu como água. O tom mais voltado para o humor ajudou, não vou negar. Confesso que ainda não entendi bem o porquê do título, mas adorei a variedade de temas. Futebol, casamento, astronautas, tem de tudo. E apesar do sorriso, vários contos são também reflexivos. O mais legal de tudo é que, por conhecer o autor, escutei a voz dele na minha cabeça em vários momentos. 😀

#30: Admirável mundo novo – Aldous Huxley 

Admirável mundo novo foi finalmente riscado da minha lista de livros que sempre estudei, mas que nunca li de fato. Onde estudei? Na faculdade de comunicação. Afinal, a obra de Huxley é uma ficção que trata de manipulação. Tá que neste caso não é só da sociedade, é dos nossos genes. Nesta civilização não há mais nascimentos naturais, nem noção de família. Todos são felizes, cada um nas suas castas. E quando você se sente triste, pode tomar sua dose de soma – a droga que escraviza todos. Ex-estudante de ciências sociais que sou, não teve como não amar este clássico – um prato cheio para análises antropo e sociológicas.

#31: Simon VS. A agenda Homo sapiens – Becky Albertalli

Eu li este livro praticamente em “uma sentada”, iniciei às 17:00 e só fui largar às 01:00. A leitura é extremamente fácil, mas significativa. A história de Simon tentando lidar com as chantagens de um sem-noção que o ameaça a expor sua sexualidade para escola é muito singela. Ele é homossexual, porém não está afim de contar isso para outras pessoas. Claro, direito dele! Talvez o mais instigante do livro seja as pistas para descobrir quem é Blue, o confidente virtual de Simon. Ah! E as referências aos mangás, yaoi e fanfics?! Mais minha vida adolescência, só o livro que viria a seguir!

#32: Fangirl – Rainbow Rowell

Gente… por onde começar? Tem tanta coisa para comentar, discutir e se divertir! Cather, a personagem principal, é adorável tanto nas suas inseguranças quanto no seu lado tiete incomparável. Aliás, acho que quem não tem esse lado, não se identifica com a história. Tem romance? Tem. Desenvolvimento de personagens? Sem dúvida. Mas a paixão de Cather pelo mundo de Simon (o Harry Potter do mundo dela) é a atração principal. Fãs como a gente criam fanfics, decoram os quartos, fazem amigos com interesse em comum, colecionam artigos. Vemos algum trailer ou clipe, choramos de emoção. Nos pegamos encarando aquele pôster maravilhoso e sentimos o coração bater mais rápido. Fangirl é sobre isso: a beleza de amar algo com todas as forças. E isso fica mais evidente na Cather porque ela é do tipo que odeia mudanças – ela quer tudo continue funcionando do jeito que era antes. Quando se muda para um dos dormitórios faculdade, dividindo quarto com uma desconhecida mal encarada, ela se vê totalmente fora da zona de conforto. E o transtorno de ansiedade não apoia. Enquanto Cather vai descobrindo o mundo novo que se abre, não deixa de lado as fanfictions e o mundo de Simon. Isso faz com que ela comece a bater de frente com a irmã gêmea, Wren, que decide que quer curtir a vida. Só que, no fim, o lado fã nunca nos deixa. Podemos amadurecer e continuarmos adorando nossas séries de livro, TV, filmes, quadrinhos, artistas, etc.

Saindo um pouco da história, fiquei feliz em finalmente ler algo desta autora. Em algumas resenhas do Parede Branca de parceiros literários fui comparada com ela. Acho que ainda preciso evoluir muito para tanto, mas, ao mesmo tempo, identifico pontos que nos unem: personagens com vozes próprias, situações familiares e amor no ponto de vista de alguém que não liga tanto para romance.

O Parede Branca está no Wattpad!

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LINK: https://www.wattpad.com/user/MarinaOliveira639

Pois é! Dá para acreditar?

Claro que não subirei o livro inteiro na plataforma, mas os dez primeiros capítulos estão garantidos. Até agora, três já estão disponíveis. E se quiserem que eu poste mais um, precisarei chegar aos 1200 seguidores no Instagram e alcançar 200 visualizações no Wattpad. O desafio de seguidores e visualizações vai ficar mais complicado a cada semana. Ou seja, todos os seus amigos leitores precisarão apoiar.

E, então? Empolgados! Eu estou louca para conhecer novos leitores.

Ah! E eu quero muitos comentários, hein?

Último “Comentário Skoob” de 2015 – só tem nacional!

Terminei a nova leva de livros há umas duas semanas, mas estava correndo tanto que não tive tempo de comentar nada. Até porque li dois livros que exigiriam comentários mais longos que os normais e sabia que precisaria de um pouco mais de tempo para escrever uma análise.

Bando de dois – Danilo Beyruth

4/5

Meu amigo Yoshi do estúdio Manjericcão tinha me indicado essa Graphic Novel há algum tempo, porém nunca a encontrei em livrarias. Sapeando o site Estante Virtual (o grande salvador do meu TCC de Jornalismo), encontrei vários exemplares do Bando de Dois e, a melhor parte, novinhos em folha. Pedi o meu e li a história de Tinhoso e Caveira de Boi em algum lugar do sertão nordestino. Foi rapidinho porque estava louca para saber se o plano do bando dos dois realmente daria certo. O final é super bem resolvido e só não dei a pontuação máxima porque queria um desenvolvimento maior de tudo. #sougulosa

Não pare! – FML Pepper

3/5

Fiquei sabendo da trilogia da editora Valentina na distribuidora do Parede Branca. Uma das vendedoras estava lendo e, a que já tinha terminado, me deu um resumo super empolgante da história. Nina tem uma anomalia nas pupilas (que está na capa do livro), assim sua mãe desenvolveu uma super tecnologia de lentes de contato para camuflá-las. Isso faz com que as duas se mudem constantemente, mas, com a proximidade dos 17 anos de Nina, várias coisas estranhas começam a acontecer a sua volta. Após várias discussões, a mãe de Nina resolve ficar de vez em Nova Iorque, o que seria uma felicidade imensa para a garota até a chegada do bonitão Richard. Resumindo bem: ele é a morte dela.

O ritmo de escrita da Pepper é muito bom, tanto que assim que terminei o livro fui correndo atrás do segundo, “Não Olhe!”. Fiquei realmente curiosa para saber o que aconteceria com Nina, apesar da consciência de que, como personagem, ela ainda era muito plana. Richard também não me pareceu muito bem desenvolvido, mas o mistério em volta dele me intrigou.

Não olhe! – FML Pepper

2/5

E daí comecei a ler o segundo livro de imediato. Não quero entrar muito em detalhes porque entregaria muitos spoilers (apesar de que acaba sendo um pouco inevitável se estamos no falando de uma trilogia). Fiquem avisados.

Então Nina se descobre uma híbrida, filha de uma humana e um zyrkiano. É o primeiro caso deste tipo de concepção e os clãs de Zyrk não sabem como se portar diante da situação. Até porque existe uma lenda que a híbrida poderia ser a chave da salvação de Zyrk, dimensão condenada a sentir apenas os sentimentos humanos ruins. Richard leva Nina para o seu clã, o mais temido de todos, porque já foi dominado pelos encantos dela. Ao longo do livro conhecemos mais outros dois clãs, o que é legal. Aliás, toda a mitologia de Zyrk ficou bem construída.

A parte não tão legal, no entanto, é que tudo se resume a Nina questionando os sentimentos de Richard. Os dois ficam juntos, se separam, daí Richard aparece de novo, eles ficam juntos e daí se separam. O ciclo se repete três vezes. O desenvolvimento que esperava da Nina não acontece e ela acaba virando a mesma protagonista que li em Crepúsculo, Fallen e outros livros americanos com uma temática parecida (e da qual, particularmente, não sou muito fã). Richard também cai no estereótipo do bonitão inalcançável cruel e Nina tem o poder de mudá-lo para melhor. Também tem o bom moço para formar um triângulo amoroso; um cliché que não me importuna, mas que na história está desequilibrado.

NAO_FUJA_1425433569414260SK1425433570BAinda falando sobre livros americanos, muitas vezes fiquei me perguntando se estava lendo um produto brasileiro. A sensação foi muito parecida com a do filme “El club de los incomprendidos”. Em nenhum dos dois eu vi identidade nacional, sabe? E, bom, tem gente que não se importa com isso. Eu, sim. O que me interessou em “Não pare!” foi a oportunidade de ler algo do gênero, mas com pitadas da minha cultura. Como a história de Nina estava consistente, deixei passar. Porém todos os zyrkianos têm nomes puxados para o inglês… aí tranquei a passagem.

No fim somos apresentados a um novo mistério. Aguardarei o próximo livro porque a FML Pepper é talentosa com as palavras (sem contar que tem uma história de escritora muito bonita). Se um dia ela ler este texto, espero que não me entenda mal. Eu tinha expectativas que não foram cumpridas, mas sempre somos nós que as criamos. “Não fuja!” será lançado no início do ano que vem.

Machos alfa – Gustavo Carneiro

3.9/5

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O primeiro livro de Wattpad a gente nunca esquece, principalmente se o autor é um querido como o Gustavo. A temática é gay e atual. Uma sinopse seria “este é Guilherme, o protagonista, ele é brasiliense e está saindo do armário”. O interesse foi instantâneo. Acompanhei os capítulos serem lançados e fui me envolvendo com a história simples, mas sincera. Os personagens são muito reais (me identifiquei demais com a minha xará, Marina), apesar de que recomendaria um cuidado maior na forma de como expressam porque muitas vezes parecia que todos tinham “a mesma voz do protagonista”. Amei o fato de se passar na minha cidade maravilhosa e a melhor do Brasil. Cada expressão, canto e ação do Guilherme era familiar para mim. Porém, me perguntei várias vezes se as pessoas que não conhecem a capital entenderiam. Por isso que não dei a nota 4 completa (porque o enredo é um 5!). Quando o livro deixar de ser apenas digital, sugiro uma revisão neste aspecto. Talvez não precise mudar, mas possa ser mais explicadinho. No mais, adorei o final. Gustavo, você tem futuro.

Comentário Skoob: livro 24 e além!

No início deste ano me comprometi a ler dois livros por mês. Ou seja, 24 até 2016. Na verdade, já ultrapassei a meta há algum tempo porque li graphic novels, mangás e o meu próprio livro (5 vezes). Ainda assim, contando só os livros, acabo de chegar aonde queria!

CasteloAltoO homem do castelo alto – Philip K. Dick

5/5

Comprei esse livro no início da faculdade de Publicidade. Retomei a leitura e em cinco dias fui absorvida pela realidade paralela em que os nazistas ganharam a II Guerra Mundial. Melhor? Pior? Diferente. Claro que prefiro a nossa versão, mas a história nos faz refletir que, independente do resultado, o homem ainda é o seu maior fator de destruição. Quanto ao título do livro, faz referência a um escritor que resolveu criar uma ficção que narra a vitória dos Aliados! Apesar de não ter gostado muito do final, amei a experiência.

1183-20150224163209O mundo de Aisha – Ugo Bertotti

4/5

A fotógrafa Agnes Montanari foi acompanhar o marido em missão ao Iêmen e se deparou com a realidade cruel das mulheres locais. Porém, essas mesmas mulheres não são mais aquelas que se cobrem a vida toda e são submissa aos maridos. Aos poucos e de maneiras distintas, elas vêm se rebelando e ganhando seu espaço na sociedade em que estão inseridas. É uma leitura forte, que me causou mal-estar assim como Kaputt. Porém, ao fim, ele foi substituído por força e esperança. As “aishas” estão despertando e não pretendem parar!

Os comentários skoob continuarão, mas mudarão um pouco de formato. Vídeos podem surgir para comentar literatura nacional. O que acham? Gostariam de ver?

Meu biscoito da sorte para você

É nesta quarta-feira. Quanto mais paro pra pensar, mas pareço ter consciência: eu esperei 25 anos e 11 meses para que esse dia chegasse. Que dia? O do lançamento do meu primeiro livro, “A parede branca do meu quarto”.

Convite do lançamento!
Convite do lançamento!

Claro que exagero por ser sagitariana, mas eu realmente acho que posso deixar algo para o mundo, sabe? É isso que, para mim, define uma profissão. Três semestres de Publicidade, cinco de Sociologia e um curso de Jornalismo me apoiaram, mesmo que não sentisse o que sinto agora; essa certeza de que trilho o caminho do meu coração.

Ontem conversava com um argentino incrível (sim, isso é possível). Além de estar super feliz por ver aonde tinha chegado (ele me conhece desde os 18 anos), afirmou que eu era um exemplo a ser seguido. Falou que o mundo precisa de pessoas assim, que acreditam nos sonhos e os realizam. Tive vontade de chorar porque sempre admirei essas pessoas e, de repente, eu era reconhecida por ser uma delas.

Porém não escrevo este post para me enaltecer. Vim aqui afirmar que o que desejamos pode sim se tornar realidade. Apesar das expectativas e dos planos traçados, se é pra ser, tudo acontece na hora certa e do jeito certo (mesmo que à primeira vista pareça super errado). Muito louco. A vida é louca. E aqueles que resolvem seguir apenas os padrões perdem a melhor parte dela.

Daí alguns podem afirmar que sou uma sortuda. Nasci numa família de classe média, tenho pais que me apoiam e por isso posso me permitir sonhar. Desculpa. BULLSHIT. Quantos conhecidos têm a mesma situação de vida e desbandam para caminhos “normais”, “errados” e “infelizes”? Quantos de situações diferentes alcançam o que querem? E que não querem? Salve algumas exceções, quem faz o caminho é você.

Ainda sobre você – quais são os seus sonhos? Você está feliz com o que faz atualmente? Sente que pode contribuir com algo para o mundo? Se não, como pode mudar? O que está te impedindo de alcançar o que quer? Se ainda assim é impossível, como vai melhorar pelo menos um pouco a sua situação? Dica: uma reflexão já é o primeiro passo.