TOP 7: Minhas próprias versões

Dei uma olhada no meu canal do YouTube (/marin4) dedicado às cantorias e me espantei ao ver que já estou quase nos 2 mil inscritos! Uau! Mesmo não se comparando a outros, fico surpresa em alcançar esta marca sem nenhum esforcinho em publicidade.

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Se você não sabe do que estou falando, permita-me resumir: desde 2008 escrevo versões em português de músicas coreanas. Até já postei algumas aqui no blog, falando do processo de adaptação. Por que eu faço? Porque é divertido! E ainda bem que tenho uma voz razoável que me permite interpretá-las.

Hoje vou deixar aqui as minhas sete letras favoritas. Nossa, como foi complicado escolher! Afinal, tenho carinha por todas que já escrevi. Porém, tentei me enfocar naquelas cujas letras são um pouco mais complexas e interessantes (e que também não comentei no Versionando). Espero que gostem!

7) Baek Ji Young – GOOD BOY

Muitas das minhas versões favoritas consistem em contar uma história (talvez por eu ser escritora?). Good Boy é sobre o relacionamento de uma mulher com um menino mais novo. Só que ela não é a melhor das namoradas… e nem ele! O rap teve a ajuda do AJ.

6) Yenny – Hello to Myself

Essa letra é uma reflexão sobre os momentos difíceis que às vezes passamos. Se pudesse enviar uma mensagem para o futuro, o que você diria?

5) Lee Hyori – Miss Korea

Apesar de falar da Miss Coreia do Sul, a crítica é sobre os padrões de beleza impostos pela sociedade. Eu sou uma ex-quase-socióloga, então adorei trabalhar o tema.

4) Spica – Tonight

Tonight é sobre aproveitar a vida e viver o agora. Além de amar o resultado da adaptação, a letra me permitiu usar várias estruturas diferentes do português e brincar com as palavras.

3) You and I – IU

Gente, essa é de longe a letra mais divertida que fiz até hoje. E ela tem um toque mágico do nível que poderia entrar facilmente num musical da Disney. Conta a história de uma menina que consegue viajar no tempo e vislumbrar o futuro com o amado. Fofo.

2) BoA – Only One

Versionar uma das maiores divas do k-pop é muita responsabilidade. Porém, realmente acredito que fiz jus. É uma canção de dor de cotovelo, de amor insuperável. Quem nunca?

1) Insooni – Goose’s Dream

Goose’s Dream é um clássico da música coreana. A cantora, Insooni, é filha de afro-americano com coreana. Tendo sofrido muito preconceito por causa da origem, essa canção é sobre a luta e as forças que juntou para seguir os sonhos de ser cantora no país onde nasceu. A versão veio a pedido da organização de um evento chamado Dream Concert que acontece todo ano em São Paulo. E isso foi mais um presente para mim do que para eles. Toda vez que me sinto desanimada ou preciso de gás para continuar perseguindo os meus sonhos, a escuto.

BONUS: G.NA – Black and White

Esta é uma versão de coreano para inglês! A cantora narra a história dela e do namorado, que, mesmo tão diferentes, são perfeitos um para o outro.

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OPEP: Mamíferos, jogos vorazes e muita música

“O Papa é Pop” hoje está bem recheado! Tem música, seriado, filme e um vídeo muito louco para comentar e indicar.

Zootopia

A nova animação da Disney é simplesmente PERFEITA. Eu tinha achado os trailers engraçadinhos, mas até então não tinha entendido direito qual seria o tema tratado. Pois bem, a coelhinha Judy quer ser uma policial numa sociedade de animais mamíferos que deixaram o sistema de predador e presa pra trás. Porém nenhum coelho (ou animal de pequeno porte) jamais tinha conquistado esta posição. Cabe a Judy quebrar os padrões e seguir o seu sonho, ensinando as criancinhas a persistirem sempre naquilo que almejam mesmo quando todo o mundo duvide de você. Meio cliché, né? Sim. SÓ QUE Zootopia é muito mais do que isso.

ZootopiaPredadores e presa. Ricos e plebeus. Governantes e governados. Valentões e vítimas.  Maioria e minorias. Zootopia é isso, uma baita alegoria do nosso mundo. Fala de preconceitos, papéis que supostamente devemos assumir e até luta de poder (sério, tem uma parte que é super Maquiavel. É uma baita aula de sociologia e filosofia. Um filme completo, redondinho e adorável. Sinceramente, recomendaria o filme para todas as salas de aula. Imagina discutir esse filme com crianças e adolescentes? E em faculdades? Deixa eu sonhar.

Recomendo o filme pra ontem. Já assisti duas vezes no cinema (e provavelmente irei numa terceira em breve). Ah! Achei muito sensacional ver os nomes dos dubladores brasileiros de novo em destaque nos créditos. Valorizo!

A segunda temporada de Demolidor e Vikings

Teve maratona de Daredevil neste último fim de semana. Amei a primeira temporada e também esta segunda. Mantiveram o clima do vigilante noturno, os conflitos de personalidade do Murdock e também as lutas legais (o que foi o terceiro episódio?). Achei o arco do Justiceiro muito interessante, apesar de ter dormido bacana no episódio 10 ou 11. O personagem é um maluco psicopata, mas gostei dele ainda assim. Uma amiga sugeriu shippar ele com a Karen. Gostei. Quanto a Elektra… Bom, gostei dela no início. Lá pro final meu interesse por ela caiu, sei lá. Mas acho que o final da temporada em si ficou meio desinteressante. Na minha opinião, muita coisa ficou mal resolvida. E não me pareceu gancho pra próxima season. Enfim, ainda assim está no meu hall de séries favoritas.

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Quanto a Vikings, comecei ontem e já estou in love. Na verdade foi um amor à segunda vista. Achei o primeiro episódio legal, mas o dois me pegou de jeito. Nem tem muita coisa pra comentar. Ainda assim fica aqui a recomendação. Tive a oportunidade de visitar um museu viking na Dinamarca. Percebi que tinha uma ideia bem errada deles. Considerava o povo bárbaro, mega violento e conquistadores sem pudor. Well… que povo não era assim antigamente, né? O que mais me impressionou, no entanto, foi o tamanho dos barcos deles. ERAM MUITO PEQUENOS. E ainda assim conquistaram o norte, chegaram no Reino Unido e até na Islândia. A séria mostra isso muito bem. Aprovada.

Produce 101

Mudando de Dinamarca pra Coreia do Sul, tenho acompanhado um reality show chamado Produce 101. A proposta: colocar cento e uma trainees de agências de entretenimento diferentes para competir entre si. No final, o público elegerá as 1 1 favoritas para debutar como um grupo temporário por um ano.

Se você não sabe, o K-POP é literalmente uma fábrica de artistas. Jovens que queiram entrar no mercado musical, prestam audições de companhias para, assim, serem treinados e, por fim, lançados na mídia. Assim, o Produce 101 seria a oportunidade perfeita para garotas que queiram sentir logo como é ser um ídolo de verdade.

É um jogos vorazes. No início da competição as meninas foram classificadas em A, B, C, D e F pelos treinadores. O resultado é o clipe a seguir (a ordem de aparição são os grupos classificatórios).

As missões foram aparecendo e várias meninas sendo eliminadas. Uma das minhas favoritas já rodou e nesta sexta sobrarão 22. Tô apreensiva. O tanto que já chorei nas eliminações… só piora. Ainda assim é um programa muito legal pra quem gosta de ver apresentações de dança, canto e rap. Caso se interessem, o perfil do twitter @teampd101 tem legendado todos os episódios em inglês.

Jeon Somi, Kim Sejeong, Kang Mina, Han Hyeri, Hwang Insun, Lee Haein, Kang Yebin, Cathy e sobrevivente da KCONIC, FIGHTING!!!!

Meghan Trainor says NO

Ainda falando sobre música, preciso falar de No da Meghan Trainor. Já estou sentindo falta das madeixas loiras e o som super retrô. Porém não tem como amar a vibe final dos anos 90/2000 dessa música. Parece Ciara, Britney na época de Oops I did it again ou os primeiros solos da Beyoncé. Pra dançar não tem ritmo melhor.

E aí tem a letra. Ah, mon amour! Se você não está afim de escutar a cantada do cara, seja clara. Mostre que só quer ficar na sua e deixe claro que não precisa disso pra levantar a auto-estima. Já virou meu hino na balada que eu quase nunca vou.

Baile de… J-pop

Para terminar. Esse vídeo! ESSE VÍDEO! Não tem o que dizer, só sentir.

As (minhas) 10 coreanas mais tocadas de 2015

Ontem à noite, assistindo ao SBS Gayo Daejun 2015 (é como se fosse o Show da Virada coreano, mas que nem sempre acontece no dia 31/12), me pus a pensar sobre as músicas de k-pop que mais tinha escutado. Foi fácil fazer um Top 10 porque não dediquei tanto tempo da minha vida a essa obsessão esse estilo musical este ano. Motivo? Preguiça mesmo.

E a preguiça foi tanta que não vi muitos K-dramas (e consequentemente não escutei OSTs), nem busquei novos artistas. Aliás, a maioria da lista a seguir é da JYP Entertainment. Porém nunca escondi minha predileção pela companhia, né?

Lara aprova este post!

10. Love is Madness – 15&

Eu AMO essas baladinhas que me fazem sorrir. Grudam na minha cabeça que é uma maravilha! E amo mais ainda as vozes da dupla 15&, tão únicas e harmoniosas. Jimin e Yerin também lançaram solos muito bons ao longo do ano, mas foi o trabalho em equipe que mais se destacou pra mim.

9. Dumb Dumb – Red Velvet

Quando o Red Velvet apareceu, não curti muito Happiness. Tudo gritava para mim “novo f(x)”! Daí veio Ice Cream, não dei bola. Dumb Dumb foi o primeiro clipe que assisti inteiro. Porém foram as apresentações que roubaram meu coração. A dança é muito cativante. O “dumdumdumdum” ecoa na cabeça. Ganharam uma seguidora aqui.

8. Just Right – Got7

A culpa é do MV. Tenho consciência de que essa música nem é tão boa assim, apesar do refrão viciante. Só que… são bonecos! Fofos! Coloridos! JB no carro sendo lindo! Uma mensagem bacana! Poxa!!! Não tem como não se apaixonar.

7. Heart Attack – AOA

Aqui temos um exemplo de que não foi o MV, muito menos as apresentações. Gostei puramente da música que, como uma amiga descreveu, lembra um reggaeton super pop. Melhor lugar para ouvir: no carro, de manhã. O dia fica mais ensolarado e sexy!

6. Puss – Jimin feat. Iron 

Talking about sexy… O QUE É ESSA MÚSICA? O ritmo é enlouquecedor, assim como o senhor Iron ali em cima. Na minha singela opinião, Jimin fez todo o trabalho que o grupo dela, o AOA, não fez. Mesmo que ela realmente soe como o Cebolinha às vezes. 

5. Lion Heart – Girls’ Generation

Não sei do que gostei mais: da música ou da performance. É bom ver as todas as meninas se divertindo no palco depois de tanto tempo. A coreografia também é ótima para fazer em qualquer lugar!

4. My House – 2PM

Meus queridos fizeram um comeback incrível este ano. Másculo, bem interpretado e de tema sensacional. Eles são ou não são príncipes modernos? O coração dispara toda vez que o início toca. E a bridge do Jun.K? Quase que tirou a coroa de bias do Junho.

3. Like Ooh Ahh – Twice

O único grupo estreante da lista subiu na lista como um foguete. Eu simplesmente me apaixonei perdidamente pelo Twice. Assisti ao reality show SIXTEEN e a todas as performances. Quanto a  música? Viciante demais! O MV também é muito divertido. Elas trouxeram algo novo e refrescante para o K-pop. 🙂

2. AHH OOP! – Mamamoo feat. ESNA

Eu amo tanto essa música que, para mim, ela merecia ter tido muito mais destaque que Um Oh Ah Yeh. A letra é simplesmente incrível (e olha que não costumo ligar para letra em coreano), falando de machismo e empoderamento feminino. E a interpretação ficou fantástica, como sempre.

1. I Feel You – Wonder Girls

Sem as Wonder Girls não haveria K-pop para mim. Quando soube da volta delas, fiquei extremamente feliz. Daí vi que elas retornariam como uma banda, quase caí para trás. Então, veio o álbum Reboot – uma obra de arte completa, mistura genial entre os anos 80 e o contemporâneo. Apesar de I Feel You ser o carro-chefe, nenhuma música ganha uma nota menor que 8. Obrigada, Wonder Girls!

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Adole-essência: Listas no shuffle, QUEM NUNCA?

Eu me lembro que ainda tinha fotolog (SENHOR!) quando recebi esse tipo de corrente pela primeira vez:

1. Abra sua lista de música (ipod, itunes, windows media player, etc. ) 
2. Coloque no modo shuffle/random/aleatório
3. Aperte o play 
4. Para cada assunto abaixo escreva o nome da música que esteja tocando
5. Quando passar para a próxima pergunta, aperte o botão pra avançar pra outra faixa (next) 
6. Não minta e não tente parecer legal 

Alguém ainda usa Windows Media Player? Em 2011, repeti a dose. Fiquei impressionada com as músicas que saíram. Como será que esta nova lista vai se apresentar?

1. Tema do seu nascimento: Algo con sentido (feat. PG-13) – Calle 13
2. Primeiro dia na escola: Amor de Chocolate – MC Naldo (RI ALTO AQUI!)
3. Primeiro amor: The Club – In the Hights OST (Fiquei chateada, essa música só tem treta)
4. Primeira decepção amorosa: Wonder Woman (feat. Anna Tsuchiyia, AI) – Namie Amuro (UI)
5. Tema de sua vida escolar: Video Phone feat. Lady Gaga – Beyoncé (É, não teve muito sentido mesmo…)
6. Primeira rebeldia: Cavalo de Fogo – Banda UÓ (VEI HAHAHAHA)
7. Primeiro PT: I’m yours – Jason Mraz (-Q)
8. Tema atual da sua vida: Alone – Sistar (NOSSA, vou chorar ali no canto agora)
9. Sua canção de namorados: Before the full moon rises – GOT7 ❤
10. Primeira traição: Farewell Aragog – Harry Potter and the half-blood prince OST
11. Música de seu casamento: Crimson Smile – Freshlyground =D
12. Trilha sonora para sua primeira vez: Rabiosa (feat Pitbull) – Shakira (SOCORRO)
13. Trilha sonora para as demais vezes: Some (Feat. Little Boi of Geeks) – Soyou & Junggigo ❤
14. Primeira canção em seu carro: Amame – Juanes
15. Primeira viagem de carro: Taking Chances – Lea Michelle Glee OST (Zzzz)
16. Tema de seus flashbacks: I don’t care – 2NE1
17. Tema do nascimento do seu primeiro filho: Crónica – Francisca Valenzuela
18. Música que estará ouvindo quando morrer: Brilho – PaNaMa (NAT e PALOMA, plmdds)
19. Música do funeral: Sirens Call – Cats on Tree
20. Música que cantará para todos, de onde estiver: Vagalumes (com Ivo Mozart) – Pollo (hummm)

Ao contrário da outra vez, algumas músicas ficaram deslocadas. Ainda assim, o legal da brincadeira é notar o gosto musical da pessoa. O meu, como gosto de dizer, é tão variado que chega a ser duvidoso.

Cavalo de Fogo, desenho de gosto duvidoso assim como a minha Playlist
Cavalo de Fogo – desenho de gosto duvidoso, assim como a minha playlist

E a sua lista? Como fica?

Adole-essência: As 10 músicas do meu Ensino Médio

Não sei se eu já deixei claro aqui no blog, mas a adolescência é uma das minhas maiores inspirações. Que período mágico! Descobertas, experiências, sonhos… Mesmo sendo uma adulta, não consigo parar de gostar dessa fase. Foi pensando nisso que resolvi criar uma nova categoria para o “Marinescritora”: a Adole-essência.

Como fica inferido, a essência dos meus 13 aos 18 anos começará a aparecer aqui. E, naquela época, não tinha nada que eu amasse mais que música! Tá, eu ainda amo, mas acho que a relação era um pouco diferente, sabe? Antes mais visceral, necessária. O estilo musical definia toda a sua personalidade e a sua história. Sim ou sim?

Aí vai a lista das 10 músicas que marcaram o meu Ensino Médio (2005-2007):

10 – Ain’t No Other Man – Christina Aguilera

Christina era a minha cantora americana favorita. Tudo que ela lançava, eu amava de cara. ANOM não foi diferente; um amor platônico só. O clipe da música é divino. O ritmo, dançante. Desde aquela época eu era chegada numa vibe retrô.

9 – Labareda – Vinícius de Moraes e Odette Lara

OK. Essa música é 1967, mas ela foi muito marcante no meu Ensino Médio. Por que? Simplesmente porque eu e meu melhor amigo tivemos a oportunidade de cantá-la juntos para todo o colégio na Semana da MPB, que acontecia uma vez ao ano. É uma lembrança muito querida no meu coração.

8 – Stupid Girls – P¡nk

Quem nunca teve uma paixonite por um garoto mais velho que atire a primeira pedra! Para que eu pudesse falar dele sempre e não desse muito na cara, apelidei-o toscamente de Garoto do Street Fighter (quem sabe eu conte essa história aqui mais pra frente). Um dia ele começou a namorar/pegar/sei lá uma menina loira e “perfeitinha” também do 3o ano. No mesmo dia escutei Stupid Girls (“Se eu agir daquele jeito talvez aquele cara me ligue”, melhor letra) e joguei todo o meu ódio dela na música. COITADA.

7 – Summer Jam – Underdog Project

A MÚSICA DAS FESTAS DE 15 ANOS. É só tocar que volto ao tempo daquelas festas “incríveis”. Outra coisa que não muda: o apito gruda na cabeça que é uma beleza.

6 – Baby Don’t Cry – Namie Amuro

Se Christina era minha diva americana, Namie era a asiática. Ainda assim, ela conseguia ser ainda mais especial: suas músicas me tiraram da minha “fase negra”. Tinha todos os álbuns. Só que a fase de sucesso dela já havia ficado para trás, nos anos 90. Quando Baby Don’t Cry saiu, não tinha Amuro suficiente para quem quisesse! A fase áurea havia voltado. Não me continha de felicidade. Até hoje escuto essa música se estou me sentindo meio para baixo.

5 – Home Again – Blackmore’s Night

Lembram que eu já fui autora de fanfics? Pois é. Home Again é a grande inspiração da minha última história de Naruto. Na verdade, tudo dessa banda, o Blackmore’s Night. A apresentação ficou por conta da minha melhor amiga. Ela sempre curtiu idade média, romances épicos e derivados.

4 – Labios Compartidos – Maná

Aconteceu no 1o ou no 2o ano, mas o fato é que a professora de espanhol passou essa música como exercício. De repente, era ela que também tocava para anunciar o intervalo. Isso só foi mudar lá no 3o ano, quando um rock católico acabou a substituindo.

3 – Only Hope – Mandy Moore

Música de “Um Amor pra Recordar”, o filme que 10 em cada 10 adolescentes da minha época assistiram, apaixonaram-se e choraram no final. Não sei nem o que falar, só sentir.

2 – Someday We’ll Know – Mandy Moore e Jonathan Foreman (Switchfoot)

A outra música de “Um Amor pra Recordar”. Não podia faltar. Até porque Switchfoot era trilha sonora constante naqueles dias em que eu estava sonhando demais com o Garoto do Street Fighter ou o meu melhor amigo. Aiai…

1 – Everything You Want – Vertical Horizon

Por mais que eu tente, não consigo me lembrar de como conheci essa música. A impressão é que a vi numa Songfic ou uma amiga me mostrou, não sei. Mas dúvidas acabam aí. No fim, eu nunca fui correspondida pelo Garoto do Street Fighter e nem pelo meu melhor amigo. Assim, eu deixava Everything You Want no repeat eterno. Vamos ao refrão:

Ele é tudo que você quer
Ele é tudo que você precisa
Ele é tudo dentro de você
Que você queria ser
Ele diz todas as coisas certas
Nos momentos exatos
Mas ele não significa nada para você
E você não sabe o porquê

Na minha cabeça, eu trocava “ele” por “ela”. E quando o último refrão entoava, eu ia a loucura:

Eu sou tudo que você quer
Eu sou tudo que você precisa
Eu sou tudo dentro de você
Que você queria ser
Eu digo todas as coisas certas
Nos momentos exatos
Mas eu não significo nada para você
E eu não sei o porquê

Lágrimas eternas. Não, eu não era emo.